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Agricultura de Mari inova com plantio e estocagem de novas variedades forrageiras para a pecuária local

SR250718bO município de Mari, Mata Norte paraibana, vem inovando em tecnologias forrageiras como o sorgo, a mandioca, milho para o fortalecimento da pecuária e da agricultura local numa ação parceira com entidades como UFPB, Emater, Emepa, Embrapa dentre outras.

Stúdio Rural entrevistou o gerente de desenvolvimento sustentável rural da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Agrário da prefeitura local, agrônomo Adeláido de Araújo Pereira, falando sobre um projeto denominado ‘Propriedade Produtiva’ que vem sendo trabalhado pela prefeitura, Emater, UFPB, Embrapa, Emepa, dentre outras com ação que abrange sete culturas para o fortalecimento da agricultura e pecuária daquela municipalidade e envolve a mandioca, avicultura de postura, bata doce, fava consorciada com milho crioulo, fruticultura, urucum, arroz e sorgo abrangendo a parte agrícola e a pecuária do município. “O sorgo forrageiro assim como o milho, cana-de-açúcar e capim elefante vai ser composto para esse processo de ensilagem, processo de confecção de silos para que quando estiver no processo de estiagem os rebanhos possam ser alimentados, toda essa metodologia está sendo voltada para a agricultura familiar de nosso município e também com manejo de base agroecológica”, explica Adeláido de Araújo garantindo ser atividade com experimentação e pesquisas participativas. “Nós estamos com três campos experimentais em parcerias com pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba assim como também Emepa e Embrapa, estamos testando algumas cultivares de arroz branco para o nosso município, testando também algumas cultivares de mandioca e na parte de forragem também”, explica ao contatar com Stúdio Rural.

Aquele gerente de desenvolvimento rural sustentável disse que o objetivo é fortalecer a pecuária, em especial a de corte, que tem sido muito trabalhada pelos camponeses daquele município. “No projeto está englobando em torno de 17 famílias no projeto que é piloto com famílias que estão sendo acompanhadas pela secretaria, assim como pelas entidades parceiras”, explica acrescentando que a meta é compartilhar as experiências através de oficinas e dias de campo junto as famílias locais. “O nosso município está completando sessenta anos de emancipação política e vai ter um dia de campo voltado exatamente para as propriedades que têm esses projetos”, explica dizendo que as áreas envolvidas no projeto somam entre 23 a 25 hectares trabalhados.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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