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Avicultura caipira paraibana cooperativada faz balanço das ações 2017

SR181217aaA criação de avicultura caipira dentro dos mercados públicos e provados na região da Borborema vem num processo de crescimento, apesar de cortes e entraves colocados pelo governo federal neste ano de 2017.

Conforme o presidente da Copravida, Cooperativa dos Agricultores Familiares do Semiárido, que tem sede em Queimadas, Paulo Cordeiro Santiago, o ano de 2017 fecha com resultados positivos para os agricultores e agricultoras familiares que trabalham a criação da avicultura caipira e que tem buscado os mercados institucionais e também o mercado privado como forma de fortalecer a atividade camponesa na região. “Nos esforçamos para superarmos as dificuldades e cortes nos programas governamentais, conseguimos vender uma quantidade boa, mas esperamos melhoras nos programas para fortalecermos a atividade. Como presidente e gestor da cooperativa tentei trabalhar de forma transparente com todos os cooperados, alguns não conseguiram muito porque as dificuldades foram grandes, mesmo assim conseguiram vender de forma positiva”, explica Paulo Cordeiro ao dialogar com Stúdio Rural.

Para o assessor técnico da Emater Paraíba, Vicente de Assis Ferreira, o ano de 2017 teve resultados positivos para a avicultura caipira que, apesar de cortes significativos por parte do governo, buscou se organizar na busca dos mercados públicos e privados e melhorias com os trabalhos nos aviários além do processo de organização dos criadores caipiras. “Nós tivemos um ano de imediatismo, nós não conseguimos fazer um planejamento satisfatoriamente como nós queríamos porque houve alguns entraves durante a trajetória do ano, como exemplo o PAA da Conab que esteve esse ano desassistido e alguns outros setores do Governo Federal e mesmo o estadual na demanda de procura de produtos nossos, então tivemos um trabalho no criatório onde se criava e buscava-se venda numa realidade não fortalecida”, explica Assis Ferreira, assegurando que mesmo assim o ano fecha com um plantel em alta. “Nós estamos fechando o ano com um plantel em torno de 203 mil aves, aproximadamente 780 associados cooperados, nós estamos com um atingimento em torno de 3700 a 3800 famílias, então não foi um ano promissor mas, de qualquer maneira, em toda a atividade nós temos as reentrâncias e saliências e é de se esperar que no próximo ano, se Deus quiser, que nós tenhamos uma avicultura caipira bastante exacerbada com uma previsão de chegarmos a 10 mil famílias beneficiadas com nossa avicultura alternativa caipira em todo o Estado da Paraíba com um plantel aí em torno de 600 a 700 mil cabeças e um número de associados cooperados de mais de 1 mil”, explica ao dialogar com equipe Stúdio Rural.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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