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Canavieiras nordestinos reivindicam, em Brasília, adoção de políticas públicas para o setor

SR230717abbRepresentantes de entidades canavieiras do Nordeste, coordenados pela União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), com apoio da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana), participam, em Brasília, essa semana, de vários fóruns para solicitar do governo a adoção de políticas públicas que fortaleçam a atividade canavieira na região, além de cobrar dos congressistas apoio para os pleitos do setor.

A informação é da assessoria da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) justificando que os problemas enfrentados pelos produtores de cana nordestinos foram colocados na última terça-feira (21), durante a reunião da Comissão Cana-de-Açúcar da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) e debatidos no dia seguinte(22), na Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do Ministério da Agricultura.

Aquela assessoria explicou que o presidente da Asplan, Murilo Paraíso, integrante da comitiva nordestina e que representou a Unida na reunião da Câmara Setorial, destacou a importância dessa busca de apoio explicando que o segmento está enfrentando o sexto ano consecutivo de seca, amargando expressivos prejuízos na produção, vendo o encurtamento das lavouras e redução na safra da região e o governo precisa ter um olhar mais efetivo sobre o nosso setor e isso só acontecerá com a adoção de políticas públicas de médio e longo prazo, lembrando que os acenos que foram dados pelo atual governo, tais como, renegociação de dívidas, flexibilização de juros e disponibilidade de recursos são importantes, mas, pontuais e que é necessário ação mais duradoura e específica para o setor.

Aquela assessoria explicou, ainda, que o presidente da Unida, Alexandre Lima, lembrou que a safra 2016/2017 encerrou meses antes do padrão por conta da falta de cana e a atual safra terá déficit produtivo ainda maior justificando que desde meados de julho de 2016 chove abaixo da média na Zona da Mata canavieira nordestina e que mesmo que comece a chover a partir deste mês, a próxima safra terá uma redução média de 30%, visto toda a mortandade do broto da cana.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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