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Casaco leva experiências agroecológicas do Cariri Oriental ao IV ENA de Belo Horizonte-MG

SR010618aCom a meta de evidenciar o conjunto das atividades, somada ao processo luta pela agroecologia paraibana, o Casaco Cariri, está participando do IV ENA, Encontro Nacional de Agroecologia que está acontecendo em Belo Horizonte-MG, desta quinta-feira(31 de maio) ao dia 03 de junho. “É tudo um processo, é resultado de todo um processo, então a gente fez o nosso preparatório aqui na região do Cariri Oriental, neste preparatório a gente fez uma retomada de toda a nossa história desde 2002 até 2018, aonde nós avançamos, o que nós esperamos e o nível de organização que nós estamos hoje, desse processo aqui desencadeou o processo estadual que aconteceu no Insa, e no processo estadual a ASA Paraíba fez também toda uma trajetória das ações em todos os territórios em que o Articulação do Semiárido atua, e esse resultado está sendo levado pela caravana da Paraíba composta por aproximadamente 50 participantes que foram para Minas Gerais”, explica a coordenadora do Casaco Cariri, Maria Célia Araújo, em contato com Stúdio Rural.

Ao dialogar com nossa equipe, aquela liderança falou sobre pontos fortes que serão colocados neste quarto encontro, em Belo Horizonte, como contribuição para o fortalecimento da agroecologia em todo o território nacional. “A Paraíba é uma das referências na construção da agroecologia no Brasil, e a Paraíba leva como um dos pontos mais importantes em 2018 é a resistência, esse processo de resistência na construção da agroecologia com crise ou sem crises, com problemas ou sem problemas, esse é um dos destaques que a nossa delegação leva pra discutir no encontro nacional”, explica Célia acrescentando que o Casaco enviou quatro representantes agricultoras e agricultores experimentadores que demonstrarão a força da agroecologia no Território de Desenvolvimento do Cariri Oriental paraibano. “Isso tudo, Tavares, na minha compreensão, observando a história do Brasil, observando todos esses impactos, a forma como a gente lhe deu com esse longo período de estiagem, isso tudo pra mim só justifica o porque o povo quer Lula de volta, então a avaliação que eu tenho é que a gente possa refletir a importância da agroecologia, mas que a gente possa retomar o processo democrático no Brasil e que a gente possa ter o direito de votar na pessoa que a gente quer o no Brasil que nós queremos”, explica Célia após fazer uma ampla explanação sobre a diversidade de políticas públicas para a agricultura familiar nordestina e brasileira durante os governos federal de 2003 a 2014.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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