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Coordenador da Emater Campina Grande faz balanço das ações da extensão rural com perspectivas pra 2018

SR140118a“Tem sido um ano de muito aprendizado e nós, juntamente com meu quadro de assessores, sentamos há poucos dias pra entender um pouco do que a gente tem feito de 2011 até agora em alguns programas de políticas públicas, em algumas ações nossas no decorrer desta caminhada e o desafio tem sido coordenar aqui na região de Campina Grande e alguns programas tem sido destaque a exemplo do programa de distribuição de sementes do governo do estado onde a Emater executa este programa em parceria com os municípios no que diz respeito a logísticas e um dado nos chama a atenção que de 2011 até 2017 nós distribuímos mais 600 toneladas de sementes com o adendo de que a partir de 2013 foi inserido também as variedades de semente de sorgo para plantio e formação dos bancos de forragens”, explica o assessor do escritório regional da Emater Campina Grande, José Sales Alves Wanderley Júnior durante entrevista ao Stúdio Rural momento em que fala sobre um conjunto de ações e políticas públicas empreendidas no estado a exemplo da distribuição de variedades de palmas resistentes a Cochonilha do carmim, armazenagem de forragem, distribuição de mudas, tecnologias de captação de água, incentivo das ações através de cooperativas e associações, crédito rural, fortalecimento da pecuária leiteira, feiras com venda direto aos consumidores e através de programas institucionais dentre outros e garante que são ações que proporcionam mobilização de importante quantitativo financeiro na economia estadual.

Fazendo um balanço amplo das ações ele diz que, mesmo diante da crise, o governo do estado tem conseguido promover ações na agricultura familiar através da sua Unificada Emater, Emepa e Interpa e garante que 2018 promete muito já que a expectativa por parte dos centros de meteorologia é de que entremos para uma nova cíclica com chuva e, com mais este cenário, a Unificada dará acentuada contribuição junto a agropecuária paraibana. “Nós temos uma informação que nos motiva de que o MDSA sinaliza que agricultores que são atendidos pela assistência técnica e social, seja ela pública ou através das ONGs, ele consegue produzir de 3 a 3 vezes e maio a mais do que outros agricultores que não são assessorados, porque por mais que a Emater esteja em campo, que as organizações não governamentais, profissionais autônomos também, existe muita gente ainda descoberta precisando de assessoria e de ajuda no campo, então é um sinal de que o nosso trabalho está tendo relevância”, explica Júnior ao dialogar com o público ouvinte do Programa Domingo Rural e Programa Esperança no Campo

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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