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Famílias agricultoras e técnicos percebem banco de proteínas como importante para fortalecimento da pecuária

SR050318aA diversidade de produtos alimentícios para a segurança alimentar da família agricultora e suporte forrageiro para o rebanho pecuário foi algo observado por agricultores e agricultoras familiares, técnicos da Emater e representações de órgãos governamentais do Cariri Oriental durante um intercâmbio realizado no Assentamento Novo Campo, município de Barra de São Miguel.

Durante evento realizado na última quinta-feira, 01 de março, na unidade agrícola do agricultor familiar assentado da reforma agrária, José Mário da Silva, as famílias conheceram áreas específicas de produção rural como por exemplo uma área de produção forrageira composta pela cultura da moringa, Gliricídea e algodão mocó destinados a alimentação do rebanho, inclusive para alimentação da criação de galinha caipira de postura; noutra área o consórcio de palmas forrageiras resistentes a cochonilha do carmim com culturas alimentícias como milho, fava e feijão, plantio do gravatá dentre outras culturas além de uma área de produção agrícola com cultivos tradicionais associados ao cultivo de legumes diversos e verduras.

Para o agricultor responsável pelo processo produtivo, José Mário da Silva, a ação já é uma referência para a região e para o território Cariri Oriental já que pouco a pouco a família passa a conquistar a sua autonomia num processo com viabilidade econômica e ambiental. “Eu mostrei sobre nossa luta por reforma agrária desde 2003, mostrei a parte do biodigestor que é o biogás através do gás metano produzido do esterco do gado e do porco, também mostrei nosso banco de proteínas que é gliricídea, moringa e algodão mocó e mostrei também o consórcio da lavoura daqui no plantio de sequeiro milho, feijão, sorgo, melancia forrageira, melancia comum, maxixe do Pará, maxixe comum, quiabo, coentro, alface, couve, pimentão, cebolinha além de falar das criações que estão do outro lado da barragem”, explica aquela liderança ao dialogar com nosso público ouvinte via Programa Domingo Rural e Programa Esperança no Campo, justificando que o trabalho é desenvolvido numa parceria com a ONG Casaco Cariri que acompanha as ações do processo educativo teórico ao processo prático da produção ao mercado.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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