Agricultores e agricultoras agroecológicos do Pólo compartilham experiências em municípios cearenses

Agricultoras e agricultores familiares das microrregiões Agreste, Curimataú e Brejo da Paraíba componentes do Pólo Sindical e das Organizações da Agricultura Familiar da Borborema estarão participando de um encontro de intercâmbio no município de Crato e Iguatu, no Ceará onde compartilharão conhecimentos e tecnologias de convivência com a realidade do semiárido brasileiro.

O mobilizador social de campo da AS-PTA, Afrânio Pereira de Azevedo(foto), responsável pelo acompanhamento e deslocamento do público paraibano, disse que o intercâmbio representa espaços de troca de conhecimentos entre os agricultores e agricultoras a partir da valorização das experiências desenvolvidas por inúmeras famílias agricultoras que estão envolvidas nas dinâmicas do Projeto Uma Terra e Duas Águas e Projeto Saúde e Alimentação e que falarão sobre essas experiências trabalhadas na Paraíba e buscarão conhecimentos trabalhados nos municípios cearenses visitados.

Ao dialogar com Stúdio Rural, Afrânio informou que as famílias nos municípios cearenses visitados já têm amplos conhecimentos com manejo ecológico de convivência com o semiárido, com a capacitação de recursos hídricos e no processo de diversificação de cultivos e culturas. “A dinâmica do P1+2 no arredor de casa aqui no Pólo é muito forte, é uma experiência riquíssima, é o tesouro das famílias como se conta, onde as famílias desenvolvem o trabalho ao redor de casa, principalmente pelas mulheres é um exemplo que vai enriquecer muito as experiências lá no Ceará”, explica aquele assessor.

Erivan Farias Alves é jovem agricultor no Sítio Geraldo de Lagoa Seca, participa da comitiva e garante que experiências importantes serão apresentadas lá no Ceará e que, ao mesmo tempo, estará atento na busca de conhecimentos e tecnologias que possam ser aplicados na forma dele fazer agricultura aqui no Estado da Paraíba e garante que hoje vale a pena ser jovem agricultor e viver da produção rural. “Faz muito sentido, e agradeço muito a AS-PTA porque se não eu ia acabar saindo daqui. Através do sindicato eu conheci a AS-PTA e a AS-PTA mostrou os projetos, me levou para alguns intercâmbios que me incentivou ficar na região e desenvolver a comunidade onde eu moro”, explica.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Universo Rural

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