Agricultores e entidades debatem desenvolvimento da cadeia produtiva do feijão em municípios pernambucanos

Representantes pernambucanas de onze prefeituras do Agreste Meridional e Central e de instituições públicas e privadas reuniram-se na última quinta-feira (26), no município de Lajedo, para o Fórum do Território Produtivo do Feijão, com o objetivo de apresentar a Matriz de ações e investimentos pactuada.

Segundo a assessora de comunicação da secretaria estadual de agricultura, Jaqueline Macêdo, o Plano Territorial da Rede Produtiva do Feijão foi lançado agosto de 2011 pelo ProRural, é um conjunto de ações e investimentos organizados em estratégias e compromissos, a fim de fortalecer o setor, elevando o nível de produção e renda dos agricultores familiares e para isso tem a participação dos agentes envolvidos na cadeia do feijão, ou seja, organizações produtivas de agricultores familiares, compradores, fornecedores e instituições públicas (ATER, pesquisas, financiadores, entre outras). “Responsáveis pela produção de 31 mil toneladas/ano de feijão, representando cerca de 50% do produzido na região, os municípios que integram a rede do feijão são: Angelim, Calçado, Canhotinho, Garanhuns, Ibirajuba, Jupi, Jucati, Jurema, Lajedo, São Bento do Una e São João. As cultivares de feijão que se destacam são: Carioquinha, Feijão de Corda (Macassar) e Preto”, explica Macêdo ao dialogar com Stúdio Rural.

Ela explica que a ação faz parte das estratégias do Programa Pernambuco Rural Sustentável (PRS) desenvolvido pelo ProRural, no âmbito de sua atuação, para o desenvolvimento das cadeias produtivas e que a meta é, inicialmente, elaborar 31 Planos envolvendo 11 cadeias produtivas do Estado, beneficiando produtores das áreas de apicultura e meliponicultura, grãos, artesanato, horticultura orgânica, bovino de leite, mandiocultura, caprinovino de corte, piscicultura, caprino de leite, tubérculo e fruticultura. “A experiência com o Plano Territorial da Rede Produtiva do Feijão é o marco referencial que norteará, metodologicamente, a elaboração dos demais Planos e se encontra em fase de pactuação pelas instituições que reconhecem a importância da sua participação em compor investimentos estruturadores e articulados, direcionados ao desenvolvimento de uma atividade econômica territorial”, explica.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural  

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