Assessoria técnica acentua fortalecimento da pecuária em microrregiões do Coletivo

Capacitações com trocas de experiências, encontros, intercâmbios de conhecimentos e amplo acompanhamento técnico fizeram com que a agricultura agroecológica na região do Coletivo Regional do Caririr, Seridó e Curimataú fechem o ano com acentuado crescimento com ênfase especial para a pecuária que tem tido crescimento permanente em períodos quentes já que a prática com o plantio de culturas forrageiras e feitio de silos no armazenamento de forragens e o processo de fenação vem proporcionando essas condições.

A afirmativa é do agricultor pecuarista Francinaldo de Albuquerque Couto, residente no município de Olivedos, que ao participar do Programa Domingo Rural do domingo(11//12) falou sobre o conjunto das ações estruturadoras e transformadoras que vêm sendo trabalhadas pelas entidades do Coletivo que recebem assessoramento da ONG Patac através de projetos parceiros como o Água no Semiárido patrocinado pela Petrobrás através do Programa Petrobrás Desenvolvimento e Cidadania e que tem contrubuido no proceso. style=mso-spacerun: yes>  “No começo o pessoal via e achava que era coisa difícil, a partir das capacitações que foi tendo com o pessoal mostrando que não é tão difícil fazer na prática, na verdade essa questão da silagem, dos fenos é que o pessoal passou mais a acreditar e viu que não era o bicho de sete cabeças, tanto se falava que só quem fazia antes era os grandes. Hoje qualquer um pode fazer seu silo independente de ter muita forragem ou não, mesmo tendo pouco ele mesmo faz sua forragem”, explica Albuquerque ao dialogar com Domingo Rural, garantido que a melhora na produção proporcionou participação das famílias em programas como o PAA e PANAE.

Outro participante do Domingo Rural, naquele dia, foi o agricultor familiar Djalma Ramos de Oliveira, residente no município de Gurjão. Ele falou sobre as experiências desenvolvidas na propriedade da família e garante que os benefícios estão cada vez mais sendo aumentados nas comunidades diversas dos diversos municípios da microrregião. “Lá nós temos vários produtores, inclusive a gente tem os dados da silagam desse ano, nós temos 350 toneladas esse ano, foi muito pouco pra vista do ano passado porque o inverno foi bastante e a gente não conseguiu cortar as terras, mas está dando para o consumo dos animais agora nesse período de verão”, comemora.

Djalma fez amplo balanço sobre a questão das trocas de experiências e sobre os resultados apresentados na qualidade de vida das famílias. “Está mudando muito a qualidade de vida, isso é importante essas trocas de experiências que fazemos entre cidades, hoje somos dez cidades que se reúnem e cada um traz uma experiência e isso a gente vai levando já pra fazer as trocas de experiências na nossa comunidade, com isso digo sempre que depois que estou na minha propriedade eu aumentei mil por centro nesses quatro anos porque eu era um camarada que não tinha uma moto pra andar, hoje se você chegar na minha casa vê que tenho três motos, que tenho um carro, eu tenho um molhinho de vacas que me dá meu sustento e isso pra mim é tudo”.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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