Coordenador de feiras agroecológicas da Borborema garante que clientela pede produção de batatinha orgânica

Produtos como batatinha e tomate são constantemente pedidos pela clientela que compra semanalmente produtos alimentícios da agricultura familiar agroecológica e pelas coordenações e técnicos de vendas que organizam os programas governamentais como PAA, Programa de Aquisição de Alimentos e PNAE, Programa Nacional de Alimentação Escolar que têm como dinâmica serem comprados nos campos produtivos locais de agricultura familiar e são distribuídos para os programas sociais a exemplo de creches, escolas, asilos dentre outras.

Francisco Antonino da Silva, Chiquinho(foto), é coordenador das feiras agroecológicas do Pólo da Borborema em diversas cidades do Compartimento e diz que, a partir das mobilizações e assessoramentos das organizações do Pólo, as entidades já têm tido fortes conquistas na produção de hortaliças, carnes, legumes dentre outros alimentos agroecológicos e que a batatinha chega num bom momento para atender a uma demanda e ao mesmo tempo ser instrumento de divulgação de que a produção agroecológica é possível e necessária para o bem-estar de quem produz, de quem consome e do meio ambiente. style=mso-spacerun: yes>  “A batatinha tem muito espaço porque é muito procurada nas feiras, e nós falamos pra nossos fregueses que nós temos batatinha orgânica e também o caso do tomate, são dois produtos que nós não conseguimos ter na feira com abundância porque são difíceis de ser cultivados ecologicamente, já testamos no tomate e é muito difícil e agora estamos testando na batatinha e talvez apresente melhor resultado”, explica Chiquinho que é também diretor do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Remígio reafirmando que a produção já vem sendo trabalhada de forma orgânica por famílias agricultoras do Pólo e que com as políticas públicas de governo no apoio ás ações a tendência é que haja mais experiências, mais ofertas de alimentos e mais motivação para a diversidade de cultivos e culturas no meio rural induzindo a mais oferta de trabalho e renda na atividade camponesa. “O assunto que se debate hoje no próprio Pólo é produzir a batatinha e essa batatinha vem cultiva ecologicamente e com certeza vamos ter produtos de qualidade dentro do Pólo”.

Ao dialogar com os ouvintes do Programa Domingo Rural deste domingo(17/07) disse que é importante que todas as parceiras levem em consideração o trabalho que vem sendo feito no Território da Borborema com agroecologia para que o crescimento do número de produtores se dê na lógica de produção limpa e sustentável para que se continue fortalecendo a Borborema como território agroecológico. “A nossa preocupação é essa: não confundir o trabalho que a gente vem fazendo dentro do Pólo style=mso-spacerun: yes>  onde a gente vem cultivando já outras culturas agroecologicamente e agora surgiu a batatinha e nós queremos levar o mesmo ritmo com essa batatinha em que recebemos aqui cerca de 980 caixas e que foi distribuída para vários municípios aqui do Pólo”, explica aquela liderança afirmando que o batata semente foi distribuída com famílias agricultoras que já vem trabalhando numa dinâmica consciente de agroecologia.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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