Criadores potiguares devem informar rebanho vacinado para RN receber certificação de “Área Livre de Aftosa com vacinação”

Após o término do período de vacinação contra a Febre Aftosa, no último dia 30 de junho, os criadores do estado precisam informar os dados de vacinação até o próximo dia 15 de julho, nas Unidades Locais do IDIARN ou da Emater-RN em todo o estado.

A informação é da assessoria da Emater-RN, justificando que essa informação é tão importante quanto a vacinação, pois é requisito para que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) mude a classificação atual do RN, certificando como “Área Livre de Aftosa com Vacinação” já que o estado está classificado apenas como de Área de Médio Risco. “Conforme já anunciado pelo ministro Antônio Andrade, em maio último, na ocasião do lançamento da Campanha Estadual de Combate da Aftosa no RN, a reclassificação para “Área Livre da Febre Aftosa com Vacinação” ocorrerá envolvendo o bloco dos seis estados nordestinos restantes, abrindo as fronteiras do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Maranhão e Ceará para a livre comercialização dos seus rebanhos”, explica aquela assessoria acrescentando que o secretário de Estado da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (SAPE), José Teixeira de Souza Júnior (Júnior Teixeira) está empenhado para que o RN conquiste essa importante certificação.

Ao dialogar com Stúdio Rural aquela assessoria explicou a importância desse novo reconhecimento enquanto instrumento de fortalecimento de todo sistema de defesa sanitária e que o novo status possibilita um grande impulso econômico para o segmento agropecuário, abrindo as portas dos mercados nacional e internacional para a comercialização dos animais e produtos e para a participação em grandes feiras e exposições por todo o país. “O RN está investindo ainda na ampliação das funções do Sistema de Integração Agropecuária (SIAPEC) do IDIARN, que além de ampliar sua capacidade de monitoramento dos animais, implantou, desde fevereiro, alguns serviços on-line, como a emissão de “GTA-Eletrônica” e o controle de revenda das vacinas pelos postos de venda de todo o estado”, explica dizendo que o Sistema vai permitir que todo o volume de vacinas comercializado seja acessado pelo IDIARN em tempo real, identificando a origem e destino final do produto.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Universo Rura

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