Entidades da pecuária paraibana se reúnem para discutir infestação da Cochonilha do Carmim

Preocupados com as consequências da destruição dos campos de palma pela Cochonilha do Carmim, representantes e autoridades das principais instituições do setor agropecuário da Paraíba estiveram reunidos, a convite do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (FAEPA), Mário Borba, na manhã da última quarta-feira(07/02) para traçar um plano emergencial de controle da praga.

O tema foi evidenciado no Programa Universo Rural da Rádio Bonsucesso de Pombal AM 1180 kHz desta quarta-feira e, segundo a assessora de comunicação do Sistema Faepa/Senar, Juliana Rossignoli, após apresentação dos fatos e avaliação da real situação da palma forrageira no estado, o grupo elaborou um plano de trabalho com metas e ações a serem executadas a curto, médio e longo prazo, plano de trabalho que deverá ser apresentado ao Governador Ricardo Coutinho ainda esta semana. “De acordo com o presidente da FAEPA, Mário Borba, em caráter emergencial, na tentativa de evitar a falta de alimento para o rebanho, são duas as ações a serem tomadas imediatamente: junto ao Ministério da Agricultura, agilizar o registro de um defensivo agrícola para uso imediato e por meio do Governo do Estado, adquirir bagaço de cana para distribuição, com orientação técnica, nas áreas mais afetadas”, explica aquela assessora ao dialogar com Stúdio Rural, afirmando que Borba acredita que a previsão é que um produto para a palma seja registrado e liberado pela Anvisa até maio deste ano.

Aquela assessora informou ter ficado acertado que além do combate imediato ao inseto, o plano também contempla ações permanentes de convivência com a cochonilha, como a multiplicação e distribuição de variedades resistentes de palma forrageira e a utilização de produtos biológicos ou naturais de forma contínua, com orientação técnica para os produtores.

Ela informou que, de acordo com o presidente da Emepa, Manoel Duré, o uso de agroquímicos em caráter emergencial não está descartado, porém a preocupação com o acompanhamento na aplicação e segurança ambiental deve ser redobrada.

Estiveram presentes a reunião representações da Sedap, SFA/PB, Emater, Emepa, Defesa Vegetal da Paraíba, Sindicato dos Produtores Rurais de style=mso-spacerun: yes>  Juazeirinho, Sindicato dos Produtores de Leite da Paraíba dentre outros.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Universo Rural

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