Fetag garante participação de agricultura familiar em conselho técnico da pesquisa paraibana

A Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado da Paraíba, Fetag, garantiu participação de componente da entidade no Conselho Técnico da EMEPA, Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária que realizou encontro do novo conselho no último dia 11 falando sobre o papel que terá o coletivo amplo composto por 15 componentes divididos em 03 funcionários da entidade de pesquisas e 12 componentes das entidades: Embrapa, Sedap, Emater, Interpa, Sebrae, BNB, Mapa, MDA, UFPB-CCA, Faepa, Fapesq e style=mso-spacerun: yes>  a Fetag.

Tido como de importância fundamental para a gestão da pesquisa estadual o conselho conta com a participação do assessor técnico da Fetag, Ivanildo Pereira Dantas(foto) que, ao dialogar com Stúdio Rural, disse que o governo passa a fazer um resgate da forma participativa já que desde o ano de 1982 não reunia e garantiu que a entidade da agricultura fará seu papel enquanto instrumento para a melhora da qualidade da pesquisa e processo de extensão dessas tecnologias e conhecimentos trabalhados. “Na quarta-feira nós estivemos na estação da Emepa, em Tacima, onde nós da Fetag colocávamos algumas críticas e foi uma grande surpresa nossa a gente ter conhecido os planteis geneticamente de primeiro mundo”, explica a liderança ao participar do Programa Domingo Rural do último domingo(15/12).

Pereira Dantas disse que a grande busca será sugerir, conduzir e estimular para a pesquisa participativa citando como exemplo o trabalho que a Embrapa já faz com a agricultura familiar do Estado da Paraíba, especialmente com sistemas agroecológicos. “A questão da participação da sociedade civil nas pesquisas, nos modelos novos de tecnologias e projetos se dá exatamente daquela prosa antiga que a gente sempre vinha colocando juntos aos estudiosos, com acadêmicos que a pesquisa não tem dono, ela tem um início por pessoa que começa a inovar nos modelos e aí entra os agricultores e agricultoras, entra a própria sociedade civil porque a pesquisa precisa ser democratizada e ela não pode está nas prateleiras, ela tem que sair das prateleiras, ela tem que sair dos arquivos, ela tem que sair das bibliotecas e tem que sair dos livros dos pesquisadores e ser socializada junto com a sociedade civil porque ninguém é dono do conhecimento e aí começa a participação da sociedade civil e quando a sociedade civil começa a participar através dos sindicatos organizados pelos trabalhadores e trabalhadoras, através de outros movimentos sociais a tendência da gente é de ter um povo menos sujeitado e um povo menos escravizado”.

Segundo a assessoria da Emepa, são competências do Conselho Técnico: analisar a política de ciência e tecnologia a ser implementada pela Emepa, atendidas as compatibilidades com as demandas tecnológicas do agronegócio e da agricultura familiar do Estado da Paraíba; recomendar as prioridades que devem ser observadas na programação das atividades da empresa; opinar sobre os programas de trabalho da empresa; apreciar o Relatório Anual de Atividades; recomendar ações que julgar necessárias ao bom desempenho técnico da Emepa; opinar sobre os demais assuntos técnicos que lhe sejam encaminhados pelo diretor-presidente; e aprovar e alterar o seu Regimento Interno.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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