Filha de agricultora experimentadora desaparece no município de Queimadas-PB

Ana Alice de Macedo Valentim(foto), 16 anos, residente no Sítio Bodopitá, em Queimadas, está desaparecida desde à tarde do último dia 19 de setembro quando vindo do colégio, em Boqueirão, não chegou à residência.

style=mso-ascii-font-family: Arial mso-bidi-font-family: minor-latin; mso-hansi-theme-font: Calibri; mso-hansi-font-family: mso-ascii-theme-font:>Ela é filha da agricultora familiar e diretora do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Queimadas, Angineide Pereira de Macedo Valentim que tem desenvolvido diversas campanhas no sentido de obter notícias do paradeiro da jovem estudante e agricultora que é também componente do sindicato.

style=mso-ascii-font-family: Arial mso-bidi-font-family: minor-latin; mso-hansi-theme-font: Calibri; mso-hansi-font-family: mso-ascii-theme-font:>Das investigações estão fazendo parte o delegado da cidade, Erissandro Pinto, e a delegada Alba Tânia, de Crimes Contra Infância que ouviram testemunhas a partir de inquérito instaurado.

style=mso-ascii-font-family: Arial mso-bidi-font-family: minor-latin; mso-hansi-theme-font: Calibri; mso-hansi-font-family: mso-ascii-theme-font:>As entidades do Pólo Sindical da Borborema realizaram diversas reuniões no sentido de colaborar na busca da solução e ao mesmo tempo construíram um comitê de apoio para ampliar as discussões sobre o processo de insegurança pelo qual passa o meio rural da Borborema tomando como base diversos acontecimentos recentes, especialmente naquela cidade agrestina. “Não é a primeira vez que está acontecendo isso, todo mundo sabe que há poucos dias houve aqui um assassinato coletivo onde culminou com o estupro de cinco mulheres e assassinato de duas e agora estranhamente o desaparecimento dessa jovem quando ninguém sabe qual o motivo”, explica o coordenador do Pólo Sindical da Borborema, Manoel Antônio de Oliveira, Nequinho, ao dialogar com os ouvintes do Programa Universo Rural e Programa Domingo Rural.

style=mso-ascii-font-family: Arial mso-bidi-font-family: minor-latin; mso-hansi-theme-font: Calibri; mso-hansi-font-family: mso-ascii-theme-font:>Ele explicou que o Pólo está empenhado em continuar ampla discussão acerca desse e outros problemas que estão perturbando a paz no meio rural paraibano. “Foi criado um comitê com várias entidades aonde irá a partir dessa semana onde discutiremos e veremos qual o rumo mais fácil de chegar lá”, complementa.

style=mso-ascii-font-family: Arial mso-bidi-font-family: minor-latin; mso-hansi-theme-font: Calibri; mso-hansi-font-family: mso-ascii-theme-font:>Maria Leônia Soares da Silva, Leia, é diretora do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Massaranduba e disse que as entidades estão bastante preocupadas com o caso da família de Angineide já que a jovem Ana Alice tinha vida ativa na atividade de convivência e de repente sumiu sem levar pertences adicionais que não fossem comuns no dia a dia da atividade de estudante e até agora não se tenha nenhuma notícia do paradeiro da jovem. style=mso-spacerun: yes>  “A gente vive um quadro de violência bastante explícito na zona rural, e o próprio Pólo vem á algum tempo nessa trajetória discutindo e pautando o que as famílias agricultoras vêm vivendo em agressões físicas, de roubos e aí a gente se depara com mais um quadro de violência que atinge a jovem mulher agricultora e isso nos demanda aí uma luta de enfrentamento junto aos poderes públicos para assumirem esse tema como um tema que é preocupante”, explica dizendo que reuniões e ações diversas estarão sendo organizadas pelas entidades da Borborema.

style=mso-ascii-font-family: Arial mso-bidi-font-family: minor-latin; mso-hansi-theme-font: Calibri; mso-hansi-font-family: mso-ascii-theme-font:>Angineide diz que a cada dia a realidade é mais preocupante e desesperadora para familiares e amigos. “Estou desesperada porque não sei como encontrar Ana Alice, já procurei todos os meios que podia, estou me apoiando com as pessoas, todos os amigos, parentes pra tentar encontrar. A gente sabe que ela desceu do ônibus, o motorista falou, teve testemunha que viu ela descendo do ônibus, mas infelizmente Ana Alice não chegou em casa”, explica a agricultora dizendo que espera resposta por parte das autoridades competentes.

style=mso-ascii-font-family: Arial mso-bidi-font-family: minor-latin; mso-hansi-theme-font: Calibri; mso-hansi-font-family: mso-ascii-theme-font:>Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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