Organização territorial fortalece produção agrícola e implantação de feiras no Cariri Oriental

A forma de organização dos segmentos diversos dos municípios em fóruns de discussão territorial tem melhorado o modelo de produção da agricultura familiar que vem descobrindo quais as culturas e gêneros alimentícios devem ser trabalhados nas unidades rurais produtivas, tomando como base a demanda de mercado e os programas de governos que compram as linhas de produtos para que sejam distribuídos nos programas sociais.

style=FONT-FAMILY: ‘Arial’,’sans-serif’; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-fareast-language: PT-BR>A informação é do assessor técnico de vendas do território do Cariri oriental, José Erivaldo da Silva(foto), que, ao ser entrevistado no Programa Universo Rural da Rádio Bonsucesso de Pombal, na última sexta-feira(22/07), afirmou que a agricultura familiar vem conquistando importantes espaços e conhecimentos na forma de fazer agricultura com sustentabilidade, atendendo a demanda da família com a oferta de produtos para a segurança alimentar e dando garantia na oferta de produtos para o mercado consumidor, especialmente os programas governamentais PNAE, Programa Nacional de Alimentação Escolar e PAA, Programa de Aquisição de Alimentos além da possibilidade de se organizarem em feiras de vendas diretas ao consumidor.

style=FONT-FAMILY: ‘Arial’,’sans-serif’; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-fareast-language: PT-BR>Ele cita como exemplo os municípios do Território do Cariri Oriental e garante que tudo está sendo possível graças as discussões do território de desenvolvimento rural daquela microrregião. “Isso tudo depende muito do bom encaminhamento que o fórum vai dar a essas idéias nossas que seria a implantação das feiras da agricultura familiar, principalmente agricultura familiar em transição para agroecologia com a preocupação com a saúde pública e produção consciente, em questão da viabilidade econômica, ambiental e social, agora vejam bem: nós temos ao a possibilidade de beneficiar pelo menos diretamente 47 agricultores nessas feiras e indiretamente outros tantos que em média quando a gente benéfica 40 seriam 200 agricultores trabalhando a média de famílias de 5 pessoas”, explica aquele mobilizador.

style=FONT-FAMILY: ‘Arial’,’sans-serif’; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family: ‘Times New Roman’; mso-fareast-language: PT-BR>Ele informou que recursos importantes estão sendo aplicando para implantação de feiras pilotos naquela região para que o trabalho de venda direta se inicie naquele território e que represente espaço de cidadania entre quem vende e quem compre produtos da agricultura familiar local e diz que há ampla preocupação das representações territoriais no sentido de que as famílias fortaleçam sua produção para que não falte produtos para a alimentação familiar e oferta dos produtos para o mercado nas tradicionais épocas de secas. “Exatamente, essa é uma preocupação nossa também porque a gente não quer transformar o agricultor em comerciante nem em lobista, ele vai ser um comerciante de seu próprio produto, ele vai produzir e vai levar o produto produzido na propriedade ao comércio e vender, evitando aí a presença do atravessador e dando garantia de produtos de qualidade. Essa é nossa preocupação porque de repente ele se propõe em vender uma linha de produtos, tem uma crise, seja econômica, climática e ou falta de chuva, uma coisa ou outra e ele se sentir na obrigação de ir a outro mercado comprar e trazer, isso não é correto”, explica Erivaldo ao dialogar com Universo Rural e seus ouvintes, garantindo que esse será o papel dos assessores e técnicos no acompanhamento das ações no território.

Ele informou que os produtos da pecuária bovina, caprina, ovina e das pequenas criações já são produtos garantidos nesse nessa nova realidade e que o desafio será implementar ações no processo de produção de gêneros alimentícios vegetais a exemplo de frutas, hortaliças e legumes. “Nós temos que tentar exatamente é juntar essas duas cadeias produtivas, tanto os produtos de origem animal quanto os produtos de origem vegetal em boa consonância produtiva e buscando depois dessa discussão da implantação desses mercados, nós vamos estar discutindo e levando ao produtor as questões dos selos da certificação desses produtos, do quantitativo produtivo, das qualidade, das características de cada produto tanto vegetal como animal para a cara da agricultura familiar”.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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