Pelo segundo ano, famílias aderem ao projeto algodão em sistemas agroalimentares na região de Taperoá

Famílias agricultoras da região de Taperoá estão numa dinâmica de produção do algodão agroecológico nas dinâmicas agroalimentares que consiste em produzir num processo de produção rural destinado ao plantio de culturas alimentares para as famílias, para a ração animal e ainda trabalhar culturas de rendas numa dinâmica combinada com as entidades parceiras e empresas compradoras do algodão.

Stúdio Rural dialogou com o agricultor familiar, José Luiz de Araújo, do Assentamento Juá, zona rural de Taperoá, Cariri Ocidental paraibano, e ele explicou tratar-se do segundo ano de inclusão do algodão nas dinâmicas produtivas. No primeiro ano(2020) foram 12 famílias produtoras e neste 2021 já são 43 famílias divididas em dois grupos de formação de multiplicadores numa ação que envolve Embrapa Algodão, ONG Arribaçã, Diaconia, empresa compradora do produto e entidades locais coordenadas pela ACEPAC, Associação de Certificação Participativa dos Produtores Agroecológicos do Cariri Paraibano.  

Zé Luiz explicou que o modelo de organização tem proporcionado um sistema sustentável de produção com preço a altura e diversidade nos sistemas produtivos. “Esse ano passado, 2020, eles pagaram a R$ 13,20 a pluma, mas esse ano deu uma aumentadazinha e vai ficar em R$ 13,98 para o agricultor que já está certificado, e para o agricultor que está em fase de transição eles compram ao preço de R$ 11,83”, explica comemorando.

Aquele agricultor explica que as famílias já plantaram já que as chuvas vêm caindo de forma sequenciada no município e região. “Começou chover em janeiro, em janeiro choveu oito milímetros; fevereiro choveu 166; março choveu 107; e abril até agora vai chovendo 45 somando 307 milímetros”, explica.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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