Presidente da FAEPA acompanha colheita de algodão em Sousa e diz que modelo transformará a PB

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (FAEPA), Mário Borba(esquerda), acompanhou na manhã do último dia 18/01, juntamente com o secretário executivo da Agropecuária e Pesca, Rômulo Montenegro, a primeira colheita mecanizada de algodão na Paraíba, na fazenda do Grupo Santana, nas várzeas de Sousa.

Segundo a assessoria de comunicação Social do sistema FAEPA/SENAR-PB, Juliana Rossignoli, o Projeto realizado em parceria com a Bayer visa a multiplicação de sementes de algodão para comercialização aos produtores de diversos estados, como o Mato Grosso e afirma que o algodão produzido na área se destaca pela resistência a pragas, ciclo produtivo menor e principalmente pela alta produtividade, podendo alcançar até [email protected]/há e que na opinião do secretário Rômulo Montenegro, o projeto tem alcançado padrões vistos somente nas regiões do Oeste Baiano e Centro-oeste. “Além da produtividade, o empreendimento destaca-se, nesta primeira fase, pela geração de emprego e oportunidade para a região de Sousa; são 30 empregos diretos e mais de 100 empregos indiretos”, explica a assessora acrescentando que a próxima fase prevê a produção integrada de algodão com os produtores da região, nos mesmos moldes da produção integrada na avicultura, onde o Grupo Santana entrará com as sementes, gradeamento, plantio e colheita e o produtor rural, com a terra e tratos culturais.

Ao dialogar com Stúdio Rural, Rossignoli informou que o presidente da FAEPA, Mário Borba, aquele produtor que tiver acima de 100 hectares poderá fazer parte do projeto argumentando que a área produtiva demonstra mais uma oportunidade de trabalho e renda para o Estado style=mso-spacerun: yes>  da Paraíba e que o empreendimento do Grupo Santana vem, mais uma vez, provar que com incentivo e visão é possível transformar a Paraíba em um grande pólo agropecuário.

Aquela assessora informou, ainda, que o Grupo Santana é originado no Rio Grande do Norte, sob o comando do empresário Ivanilson Araújo, está no mercado há 18 anos, trabalhando com sementes, grãos, algodão, óleo vegetal, pecuária e fruticultura, sendo especializada na produção de sementes de variedades adaptadas à realidade do Nordeste.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Universo Rural

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