Sindicato de Barra de Santana e parceiros capacitam pecuaristas sobre valor da vacinação do rebanho leiteiro

O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Barra de Santana, o escritório local da Emater dentre outras parceiras realizaram uma capacitação dos agricultores pecuaristas daquele município sobre a importância da vacinação do rebanho enquanto valorização do leite junto ao mercado local, tomando como referência a vacinação contra a febre aftosa, Brucelose e tuberculose.

A capacitação aconteceu no dia 01 de junho na sede daquele sindicato e contou com a presença de pecuaristas de diversas comunidades rurais e associações de agricultores e produtores rurais do município interessado em melhorar sua produção e de olho no mercado do leite, produto de principal atenção da maioria dos empreendedores rurais daquela bacia leiteira no Cariri Oriental paraibano.

Segundo o presidente daquele sindicato, Paulo Medeiros Barreto, se tratou de um dia de campo na propriedade do agricultor pecuarista, Severino Araújo, Ramos do leite, Sítio Pitombeira e contou com repasse de conhecimentos pelo técnico da Emater local, Marcello Bezerra Rodrigues de Oliveira(foto), que discutiu sobre a necessidade de se manter os animais vacinados como forma de agregar valor a produção de leite e evitar perdas no rebanho com ênfase na vacinação contra a febre aftosa, tuberculose e brucelose que, quando constatadas numa propriedade afetam o mercado de toda uma região. “Fizemos um trabalho sobre a questão da brucelose, tuberculose e aftosa mostrando que realmente o produtor tem que manter seus animais vacinados para que amanhã venha ter contaminado os seus animais e os animais da região”, explicou o presidente do sindicato, Paulo Medeiros.

Ao dialogar com Stúdio Rural Barreto disse que, através de data show, foi mostrado como é um animal quando está contaminado com uma dessas doenças evidenciando o perigo que a família e ou o tratador passam quando estão em contato direto com esses animais afetados e ou sem vacinação já que são doenças que podem afetar também o ser humano. “O ser humano pode ser afetado e nós não queremos isso, queremos um pessoal trabalhando, produzindo, mas produzindo com qualidade, sem riscos para ele e pra sua família, então a gente está com essa conscientização, a Emater local tem feito esse trabalho como eu já disse, através do técnico Marcelo e a gente vai continuar repassando informações para o homem do campo porque eu sempre digo que ao homem do campo faltam informações, e a gente está tentando, mesmo com dificuldades e limitações, levar essas informações direto ao homem do campo”, explica Barreto ao dialogar com os ouvintes de nossos programas e emissoras parceiras dizendo que o sindicato, a Emater e a Secretaria de Agricultura fizeram importante trabalho para alcançar alto índice na vacinação contra a febre aftosa.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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