Sindicato discute 30 anos sem Margarida e inovações para a agricultura familiar de Queimadas

O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Queimadas realizou sua assembleia ordinária do mês de agosto e um dos temas foi os 30 anos sem a sindicalista rural Margarida Maria Alves e mostrando o papel exercido pela mulher na vida sindical em toda a Paraíba e todo o Brasil. “O mês de agosto, especialmente do ano de 2013, é mês em que completou 30 anos de morte via assassinato da líder sindicalista Margarida Maria Alves e não poderia ser deixado sem ser lembrado na nossa assembleia ordinária. Nós fizemos aqui uma reflexão das grandes lutas que nós temos conseguido face ao assassinato de Margarida Maria Alves que aconteceu no dia 12 de agosto de 83 e que esse ano completa 30 anos de sua morte, então começarmos a refletir um pouco o papel dessa mulher que ela teve dentro do movimento sindical enquanto líder de bastante coragem, bastante lutadora que deu sua vida pela vida dos trabalhadores rurais”, explica Anunciada ao dialogar com Stúdio Rural.

Na assembleia foi falando também sobre a Conferência Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário que aconteceu durante os dias 28 e 29 de agosto, em João Pessoa, envolvendo delegados e delegadas dos diversos municípios paraibanos numa promoção do MDA e SEDAP, informando sobre os diversos temas trabalhados no evento e sobre a conferência nacional que acontecerá no mês de outubro em Brasília. “Nosso Território da Borborema saiu bem contemplado porque as discussões passadas por dentro do município, por dentro da conferência territorial que foram levadas para a estadual foram votadas para ir para Brasília, inclusive foram votadas ainda quatro moções em relação aos repúdios das ações de governo como as sementes que não tem valorizado as diversas ações no estado, então foi feito uma moção de repúdio a política de distribuição de sementes do estado; tivemos também uma moção a respeito das cisternas de polietileno, as cisternas de plástico que estão chegando de enxurrada aqui na Paraíba, tivemos uma moção sobre a criação da ANATER lá em Brasília que sabemos que sofre grande envolvimento do agronegócio através da senadora Kátia Abreu já que queremos uma ANATER que seja construída de baixo para cima”, explica Flor Barbosa afirmando ter sido uma conferência que contribuirá para um plano de desenvolvimento rural sustentável para os municípios e para o estado.

O programa de construção de cisterna para o segundo semestre deste ano dentro do P1MC e P1+2 e o processo de capacitação para a produção e armazenamento de forragem foram adicionais dentro daquela assembléia mensal. “Na realidade o mês de setembro é um mês de várias atividades, e nós tivemos uma reunião com agricultores do município que produzem forragem e armazenam para o período de estiagem onde, juntos, nós elaboramos um calendário de atendimento nas comunidades e a máquina já está em campo, já está trabalhando e depois que terminar essa etapa nós voltaremos a nos reunir para fazer a avaliação e levantamento das metas e impactos que causou e as toneladas de forragem que venha a ter sido feita no município”, explica.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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