Um Milhão de Cisternas e Uma Terra e Duas Águas têm fortalecimento no Curimataú, Brejo e Agreste da Borborema

Os Programas Um Milhão de Cisternas e Uma Terra e Duas Águas registraram amplo aumento nas ações da agricultura familiar do Pólo Sindical da Borborema durante o ano de 2011 o que fez com que dezenas de famílias intensificassem a capacidade de produção para a segurança alimentar da família e colocassem à venda os produtos excedentes para mercados diversos, melhorando a capacidade econômica das famílias agricultoras das microrregiões semiáridas Agreste, Curimataú e brejo.

A opinião é do representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Casserengue, Raniere Martins da Silva, que é componente do Pólo Sindical e das Organizações da Agricultura Familiar da Borborema que foi entrevistado no Programa Domingo Rural do domingo 11 deste mês falando sobre ações naquele município e outros municípios da região. “É porque muitas coisas conseguiram avançar e esse momento que a gente está agora é momento de discussão para exatamente está colocando alguns desafios que a gente pôde enfrentar e ao mesmo tempo está colocando alguns avanços que foram bastante positivos a exemplo do programa P1+2 que foi um grande avanço que a gente hoje teve oportunidade de sentar com outra comissão, a comissão água junto com a comissão de saúde e alimentação pra extamente está avaliando esses pontos positivos que teve em cada município”, explica o líder camponês da agricultura familiar que havia participado de avaliação regional das ações acrescentando que a capacidade produtiva, fruto das implementações, se ampliaram em todos os municípios. “Um dos pontos positivos também colocados foi a questão da produção que a partir da chegada do P1+2 trouxe essa dinâmica pra fortalecer o trabalho do arredor de casa que é exatamente desenvolvido pelas mulheres”.

Raniere informou que em anos anteriores era comum não se ter plantas ao redor de casa já que as culturas não guentavam a falta de água e que agora com a chegada das cisternas calçadão está sendo possível o processo produtivo nos arredores das residências, práticas atualmente econômicas desenvolvidas geralmente pelas mulheres. “A gente tem sempre feito um acompanhamento às comunidades que foram beneficiadas com esse projeto onde a gente possa estar contribuindo com o diálogo e também fortalecendo muito com as visitas de intercâmbios que acontecem de município pra município, então é assim: a gente percebe que antes da chegada da própria cisterna calçadão algumas famílias já tinham essas dinâmicas no seu próprio arredor de casa. Então como a cisterna chegou pra fortalecer, então a gente nesse período que é o período mais seco a gente pega e fica fazendo esse acompanhamento de está orientando as famílias de como elas compreenderem as formas de utilizar a água ao seu arredor de casa”, argumenta Raniere dizendo que 2012 será bem melhor já que representará a continuação de um trabalho em movimento.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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