Conselheiros do Rural paraibano apresentam propostas e reivindicações ao secretário da Agricultura Familiar
Apresentar um conjunto de reivindicações ao gestor da Secretaria de Estado da Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiárido, Bivar de Souza Duda, foi meta trabalhada na manhã desta terça-feira(10), durante reunião naquela secretaria, em evento que contou com componentes da pasta e representantes dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável.
Buscar uma relação com o governo do estado que proporcione fazer com que as políticas e ações governamentais sejam discutidas e implementadas a partir de diálogos com o Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (CEDRS) e suas entidades de base; reivindicar ações urgentes para o programa estadual de sementes para a agricultura familiar que seja colocada à disposição das famílias e entidades da agricultura familiar no final de cada ano anterior ao ano agrícola; questionou e cobrou programa governamental de incentivo a produção de sementes em parceria com famílias e entidades de agricultores e agricultoras; questionou quantidade em variedades e volumes de sementes disponíveis a agricultura familiar estadual; dentre outras.
Durante o encontro as representações falaram e documentaram sobre a preocupação com o uso de produtos venenosos colocados pelo agronegócio que prejudicam a cadeia da agricultura limpa, comprometem a saúde das pessoas, das abelhas e da apicultura na cadeia produtiva na diversidade da agricultura familiar, reivindicando campanhas de conscientização e fiscalizações que gerem equilíbrio nos sistemas produtivos, dentre outras. “O Conselho Estadual é totalmente aberto para receber as demandas dos Conselhos Municipais. Vocês pedem, entre as demandas, uma capacitação para os conselheiros, e nós vamos pensar numa capacitação abrangente que aborde todo o contexto entre o Conselho Estadual e os Conselhos municipais”, ressaltou Bivar Duda.
“Diante do último período de estiagem que assolou várias regiões do estado, principalmente municípios considerados ‘região de brejo’, o que resultou em crianças, adultos e idosos percorrendo longas distâncias em busca de água e os carros pipas cada vez mais presentes nos municípios, se faz necessário pensar numa política de abastecimento, armazenamento e convivência com a escassez hídrica de maneira mais eficiente, incluindo regiões que antes não eram necessárias, pois as diversidades climáticas mudam ano após anos e nosso estado como um todo precisa estar preparado”, documenta aquele coletivo reforçando a importância de ampliar as ações dos programas de cisternas, ampliação dos poços artesianos, dessalinização da água, barragens subterrâneas, dentre outras ações estruturantes e de convivência com o semiárido
Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural / Ascom




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