Qualidade e classificação do algodão orgânico no semiárido é tema de curso na Embrapa Campina Grande

Representações de entidades da agricultura familiar, famílias agricultoras que trabalham o cultivo do algodão nos sistemas orgânicos agroalimentares, estudiosos e empresários do ramo da cotonicultura participaram de um curso de capacitação sobre a qualidade e classificação do algodão orgânico no semiárido brasileiro.

O evento aconteceu no auditório da Embrapa Algodão, em Campina Grande, durante os dias 27 e 28 últimos, numa promoção da Embrapa com o Instituto Riachuelo, e foi coordenado pelo pesquisador daquela unidade, Marenilsob Batista da Silva, contando com a facilitação de conhecimentos do pesquisador da Embrapa Algodão, João Paulo Saraiva; e o responsável da Laboratório de Fibras da Associação do Associação Goiana dos Produtores de Algodão(Agopa), Rhudson Assolari, ministrando o treinamento sobre classificação da pluma, um olhar sobre o processo de colheita e beneficiamento até a indústria têxtil.

O objetivo, conforme os promotores do evento, é evitar contaminações do algodão ao longo do processo entre a colheita e a indústria têxtil a exemplo de impurezas advindas do caule, folhas, plásticos e vários materiais contaminantes encontrados nas remessas recebidas por essas indústrias, resíduos que causam deságio ao algodão por causar dificuldades para a fiação. “Esse foi um curso super importante onde tivemos oportunidade de conhecer sobre os tipos de fibras, fios, os tipos de fiação para realmente as pessoas, consultores, produtores, pessoal da moda pudessem conhecer o pós plantio e entender como há importância de cuidar bem do plantio que reflete na qualidade do algodão”, explica Marenilson, ao dialogar com Stúdio Rural, comentando que produtores e entidades parceiras estão no caminho certo para o fortalecimento da produção do algodão orgânico em todo o semiárido.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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