Diálogos Amazônicos conta com participação de pesquisador paraibano no fortalecimento da ATER nacional

A cidade de Belém, capital do Pará, região Norte brasileira, sediou durante a última sexta-feira, sábado e neste domingo( 04, 05 e 06 de agosto) o evento Diálogos Amazônicos, trabalhando iniciativas da sociedade civil organizada com o objetivo de pautar a formulação de novas estratégias para a região.

Do evento participou o pesquisador da Embrapa Algodão e diretor do DATER (Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural) do MDA, Marenilson Batista da Silva, fazendo parte de uma ampla jornada de eventos buscando apontar soluções sustentáveis para proteger a maior floresta tropical do mundo e melhorar a vida nas cidades amazônicas. “Participamos atentamente e foi uma oportunidade muito importante pra gente conhecer mais de perto a cultura amazônica, não só do Brasil, mas de todos os países que tem na floresta esse ponto de encontro com a presença dos povos indígenas, das comunidades ribeirinhas, dos quilombolas, foi muito forte a presença dos organismos internacionais tipo FAO, ATCA, GIZ, IICA, dentre tantas outras, além da participação muito forte do governo brasileiro com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério dos Povos Indígenas, do Ministério do Meio Ambiente, Ministério do Desenvolvimento Social e neste diálogo permanente com os movimentos sociais com presença da Contag, da Contraf, do MST, do MPA, dos Atingidos por Barragens, ou seja, foi espaço de diálogo muito forte e o MDA esteve muito presente na discussão da produção de alimentos sustentáveis, de alimentos saudáveis, a sociobioeconomia e discutindo a floresta, que seja floresta plantada, seja manejo comunitário de florestas, ou seja, como de fato vamos cuidar bem de nossa Amazônia”, explica Marenilson Batista em linha direta com Stúdio Rural.

Batista explicou participação em uma das atividades discutindo uma proposta de construção de uma rede de ATER Amazônica que traga a finalidade de trocas e construção de novos conhecimentos, numa plataforma comum, onde a assistência técnica atue com sua capacidade de articular a maior e mais eficiente presença do crédito rural, em que programas como o Garantia Safra se fortaleçam, os programas institucionais de compras públicas cheguem nos diversos e mais distantes locais, Programas de Aquisição de Alimentos, Programa Nacional de Alimentação Escolar, Habitação Rural, dentre outros.  “Tivemos um outro momento muito forte que foi o lançamento do Plano Safra na região Norte onde estiveram os Estados presentes num espaço em que foi possível fazer um amplo diálogo”, reforça Batista.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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