Domingo Rural evidencia produção e uso da salsa no meio paraibano

A inclusão da cultura da Salsa (Petroselinum crispum), na agricultura familiar e o processo de aceitação do mercado que passa pouco a pouco a incluir o uso desse produto na culinária e na alimentação das famílias, restaurantes e hotéis em centros comerciais a exemplo do mercado consumidor de Campina Grande e João Pessoa.

Também conhecida como salsinha, a cultura foi evidenciada no Programa Domingo Rural deste domingo(14/11) enquanto hortaliça de origem européia, muito apreciada como condimento utilizado na preparação de molhos, sopas, dentro outros, lembrando que devido à sua origem, a planta se adapta melhor em climas temperados e até mais frios, a exemplo do clima do Sul brasileiro e em algumas outras partes do país o que faz com que as temperaturas indicadas para esta cultura circunde entre 8ºC à 22°C, mas resiste sem problemas, a temperaturas um pouco mais altas e que no caso de temperaturas muito baixas, o seu crescimento fica inibido, enquanto que o calor acelera o seu crescimento.

Com relação ao solo, a cultura se adapta melhor aos organicamente ricos, areno-argilosos bem drenados e com pH entre 6,0 e 6,5.

Para locais de clima mais ameno, o plantio pode ser feito durante o ano inteiro com plantio feito diretamente no local definitivo, por meios de sementes lançadas em sulcos com 1 a 1,5cm de profundidade, espaçamento de 30cm entre os sulcos e simples tratos culturais a exemplo das regas diárias e a manutenção da limpeza do canteiro, evitando o desenvolvimento de plantas invasoras de forma descontrolada.

Já com relação ao desbaste aconselha-se quando as plantas atingirem cerca de 5cm de altura, fazer a raleação, escolhendo as melhores plantas e arrancando as menos desenvolvidas, deixando-as com espaçamento de 10 a 15cm entre elas.

A colheita também foi evidenciada no programa, mostrando que a prática pode se iniciar em aproximadamente sessenta dias após a semeadura, devendo a família agricultora arrancar as melhores plantas ou cortar as folhas mais desenvolvidas.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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