Famílias do Agrovila Águas de Acauã são contempladas com recursos do Programa Incluir Paraíba

Famílias agricultoras do Reassentamento Agrovila Águas de Acauã, Odilon Bernardo e Orlando Bernardo, em Itatuba, Agreste paraibano, estão contempladas com recursos financeiros do Programa Incluir Paraíba com ações e benefícios em projetos produtivos diversos.

São famílias mobilizadas pelo Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), na Paraíba, e acompanhadas pela Empaer, a partir da assistência técnica e extensão rural, num trabalho continuado que já contabiliza diversas fases de investimentos, ações e recursos financeiros para o fortalecimento produtivo naquela unidade de moradia, trabalho e vida. “É uma política pública, um programa do governo do estado em parceria com o governo federal, através da Secretaria da Agricultura Familiar do Estado, executado pela Empaer Paraíba, na região de Itabaiana, e lá no município de Itatuba já estamos executando essa política pública lá no Reassentamento Águas de Acauã, no município de Itatuba, para as famílias do MAB, Movimentos dos Atingidos por Barragens, já estamos implantando 33 projetos e daqui pra março do próximo ano vamos implantar pras 100 famílias que vão ser assentadas lá, mas já estamos em implantação de 33 projetos lá”, explica aquele gerente Empaer justificando ser 15 projetos para produção de ovinos, 10 projetos pra criação de avicultura caipira corte e produção de ovos, atividades extra rural com ações e serviços ao fortalecimento dos arranjos produtivos tipo cabeleireira, manicure, serralharia, pesca a partir da aquisição dos equipamentos, dentre outros projetos para a geração do trabalho e renda no ambiente.

Emílio traz informações detalhadas sobre o conjunto de investimentos já implantados na propriedade rural, fala sobre a trajetória de mobilizações, sobre o ano produtivo das famílias que já estão trabalhando suas unidades produtivas, além de falar sobre perspectivas futuras para o coletivo de famílias. “Eles não estão morando ainda, mas já está bem perto de eles serem instalados lá, toda a infraestrutura está pronta com energia nas 100 casas dentro de um projeto grande que tem toda uma infraestrutura pra ser instalada, mas já estão produzindo lá, inclusive esse é o quarto ano da produção do algodão agroecológico orgânico consorciado com outras culturas alimentares, temos lá em torno de 20 famílias em produção, mesmo sem estar morando lá eles estão produzindo, se deslocam de comunidades distantes pra produzir lá, mostrando que querem essa terra pra produzir, não só pra morar, claro que a moradia é muito importante, mas eles querem também pra produzir” reforça Paulo Emílio durante entrevista no Notícias Agrícolas.
Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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