Agricultores evidenciam importância do PNAE para agricultura familiar na Borborema
A importância do Programa Nacional de Alimentação Escolar(PNAE) para a agricultura familiar de municípios do Território Borborema foi um dos temas trabalhados pelo Programa Domingo Rural e Programa Esperança no Campo mesmo diante dos sequenciados anos de seca.
Pra falar sobre os desafios enfrentados pela agricultura familiar e suas entidades, Stúdio Rural entrevistou o agricultor Valdir da Silva Sousa, residente no sítio São Pedro de Baixo, município de Campina Grande; e o agricultor José do Patrocínio Ferreira, Bolinha, residente no sítio Pau-ferro de Lagoa Seca detalhando a importância do movimento organizado pelas entidades do Fórum Territorial da Borborema que ao longo de mais de uma década vem intensificando as ações no processo de capacitação da agricultura familiar local e ao mesmo tempo o processo organizativo das famílias agricultoras na busca da inclusão nos mercados privados, públicos e nos espaços e feiras de venda direta aos consumidores.
Dialogando com o público ouvinte de nossos programas, Valdir da Silva Sousa(foto), afirma que as entidades parceiras vêm fazendo um amplo trabalho que vem sensibilizando as comunidades, mudando a forma de fazer agricultura e melhorando a qualidade de vida da coletividade. “São encontros importantes demais porque o agricultor cada dia mais tem que se organizar, temos aí a Emater que nos dar apoio com o suporte de sobreviver no campo enfrentando as dificuldades, mas pra isso o agricultor tem que buscar as alternativas, e uma das alternativas minhas hoje é trabalhar o frango caipira e pertenço a Copaf que está trabalhando aqui organizando os agricultores para realmente produzir com qualidade, e como produzimos para o PNAE para as crianças se alimentarem fico sempre muito honrado em cada participação”, explica aquela liderança da agricultura familiar garantindo que os programas de compras governamentais como o PAA já começam a somar no processo produtivo da agricultura familiar local. “Temos já algumas pessoas que fazem parte de meu grupo, a gente está articulando outras pessoas que ainda não fazem parte desse grupo porque o nosso intuito é realmente unificar as associações e botar para que envolva mais os agricultores, porque nós estamos precisando de políticas públicas e ela chegou, agora se o agricultor está desorganizado, sem pertencer a nenhuma entidade que esteja organizada, ele vai estar só pra sofrer no campo”, explica ao dialogar com nosso público ouvinte.
Participante de diversos espaços de vendas diretas ao consumidor como a FEAGRO que acontece no Parque do Povo, na UFCG e no Mercado Público das Malvinas, José do Patrocínio Ferreira, Bolinha, residente no sítio Pau-Ferro de Lagoa Seca, explica que vem num processo de fortalecimento familiar e coletivo já que participa de um conjunto de ações através de entidades sociais e governamentais que têm criado diversas alternativas e possibilidades de melhoria gerais a exemplo da melhor capacidade produtiva, a inclusão do produto nos mercados de consumo públicos e privados a exemplo do PAA, Programa de Aquisição de Alimentos que já é uma referência de venda dos produtos e aquisição de recursos geradores de melhor renda e afirmativa da oferta de trabalho para a força de trabalho da família.
Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural




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