Safra 2018/19 do umbu no Sertão baiano é destaque no Domingo Rural desta semana

SR010918aA região do Sertão do São Francisco, no Estado da Bahia, é destaque pelo trabalho que vem fazendo com a cultura do umbu por entidades parceiras junto a agricultura familiar de diversos municípios da região que envolve Juazeiro, Uauá, Canudos e Curaçá a partir de um trabalho de industrialização do produto em municípios diversos e já fazem parte da segurança alimentar das famílias e de um mercado local, nacional e internacional.

Tiago Pereira da Costa é coordenador institucional do IRPAA, Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada, com sede em Juazeiro-BA, e, em entrevista ao Stúdio Rural, fala detalhadamente sobre a possível safra neste ano 2018/2019 e evidencia o trabalho que vem sendo desenvolvido pelas entidades parceiras em toda a região dos sertões baianos. “Aqui nós estamos numa região bem específica do semiárido brasileiro, o que a gente costuma dizer que é a área da depressão sertaneja, então nós temos um déficit hídrico mais elevado, então mês de agosto setembro, por conta da dimensão aqui da região, do ecossistema em si, é um período em que o umbu está florando porque quando começa as chuvas ali a partir de novembro o umbu também já começa a produzir porque ele tem essa florada a partir da indução do déficit hídrico tomando como ponto de partida o mês de agosto a setembro. Então nós estamos no período de floração para que a partir do mês de novembro comece a produzir aqui”, explica Tiago em entrevista trabalhada neste final de semana no Programa Domingo Rural e Programa Esperança no Campo.

Tiago falou sobre a redução de produção durante a seca de 2012 a 2017 explicando que a longa cíclica seca não afetou o trabalho que vem sendo feito em estudos e agregação de valor a cultura; explica as experiências que estão sendo trabalhadas no processo de catação dos frutos, plantio de novas mudas, sobre o processo de beneficiamento, sobre os mercados consumidores do produto no estado da Bahia, no nacional e até mesmo internacional dentre outras informações. Ele garante que ainda falta muito a ser feito por parte das gestões públicas no processo de compra da produção dos diversos alimentos que são desenvolvidos pela agricultura familiar baiana.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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