Estudantes e professores iniciam vivências na prática do Empreendedorismo Rural em Nova Palmeira

Estudantes, professores, professoras, gestores e gestoras da EMEF Iran Coelho Dantas, na cidade de Nova Palmeira, Seridó paraibano, iniciaram o conjunto das atividades educacionais do Programa de Educação em Empreendedorismo Rural e Práticas Agrícolas Sustentáveis do PEASA/UFCG com ações que se iniciaram em sala de aula, no dia 12 de março, com extensão prática dos cursos iniciais no campo experimental instalado, no dia seguinte, na zona rural daquele município com atividades entre estudantes, educadores e famílias agricultoras componentes no projeto trabalho pela UFCG/PEASA e parceiras num projeto parceiro promovido pela Prefeitura Municipal de Nova Palmeira e suas parceiras Senar, Sebrae, dentre outras.

Notícias Agrícolas dialogou com o professor Fábio de Oliveira Barros sobre como está sendo o trabalho junto ao quadro de educadores e estudantes buscando entender o grau de satisfação vivido pelo coletivo envolvido nas vivências e experiências. “Eu acho que a gestão acertou muito em fazer essa parceria com a UFCG e com os professores da UFPB em fazer essa interação dos alunos com a prática do desenvolvimento sustentável, agora nós estamos iniciando o desenvolvimento de práticas de agroflorestas e os alunos estão entusiasmados pra fazer as práticas, pra entrar de fato nesse mundo agroflorestal”, explica aquele educador componente do quadro de repassadores das informações explicando que a relação campo e cidade serão amplamente trabalhados no decorrer dos 24 cursos e tecnologias que serão gradativamente desenvolvidos. “Inicialmente nós tivemos dois encontros, primeiro encontro a gente teve uma formação teórica em sala de aula e o segundo encontro nós tivemos a vivência de fato juntando com o auxílio do pessoal do Quilombo onde tivemos as primeiras práticas sobre os sistemas de agroflorestas com o professor Daniel”.

“Nesta semana eu fiquei com o 6º e com o 7º, nesta semana eu abordei mais a questão da Cartilha e conhecimentos contidos nas cartilhas, como o amigo Fábio conseguiu levar algumas turmas, então todo mundo se envolveu em querer ir também, então eles estão bastante empolgados com essa questão de sair da sala de aula e ir para o campo, a gente vê que eles estão interessados não só na aula de campo, eu pensei que ia ser mais difícil abordar esse assunto sério de semiárido, essas questões de preservação de matas, pensei que eles iam achar a aula morgada, mas até  nas aulas teóricas eles estão demonstrando interesse, eles perguntam, eles querem saber mais, então é um projeto que tem muito a oferecer”, justifica a professora Lília Maria Buriti da Silva.

“Nesses primeiros dias de avaliação, primeiros dias de projeto a gente está muito satisfeito com os resultados, eu, juntamente com os professores da área da área da coordenação do PEASA, estou muito satisfeito, a gente teve o primeiro contato dos alunos com a vegetação que a gente vai trabalhar e a gente sentiu uma importância pra eles também, tirar eles um pouco da sala de aula com a importância de introduzir essa questão da vegetação”, explica o coordenador dos trabalhos junto a Escola e a Universidade Federal de campina Grande, Luan Lurrec Marques Macedo.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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