Pesquisadores fazem “Eletro” da alimentação das cochonilhas em cafeeiros

Pesquisas que visam ao monitoramento eletrônico da alimentação das cochonilhas-farinhentas em cafeeiro estão sendo desenvolvidas pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), no Laboratório de Controle Biológico de Pragas do EcoCentro da Unidade Regional EPAMIG Sul de Minas (URESM) em Lavras.

A justificativa é da assessora de comunicação da Epamig, Raquel Prudente, informando que quem orienta o trabalho é a pesquisadora Lenira Viana Costa Santa-Cecília, que também conta com assessoria do pesquisador visitante Ernesto Prado.

Prudente informou que a pesquisadora é da opinião de que esses insetos são sugadores de seiva e se alimentam mediante a inserção dos estiletes nos tecidos vegetais para irem de encontro ao floema, o conhecimento do seu hábito alimentar requer a utilização de técnicas específicas, como o Electrical Penetration Graphs (EPG). “Ela comenta que essa técnica é similar a um “Eletro”, sendo possível visualizar os caminhos percorridos pelos estiletes do inseto no interior dos tecidos da planta”, relata aquela jornalista ao dialogar com Stúdio Rural.

A assessora disse ainda que essa pesquisa é uma “ferramenta” para estudar os fatores de resistência a esses insetos em nível de tecidos da planta e representa uma excelente contribuição para o Melhoramento Genético ao mesmo tempo lembrando ser importante para estudos de transmissão de vírus, bactérias, fisiologia das plantas, inseticidas etc. “As pesquisas realizadas com as cochonilhas-farinhentas em cafeeiro contam com o apoio financeiro do Consórcio Pesquisa Café”.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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