Solânea sediará Feira Agroecológica e Cultural da juventude camponesa da Borborema

A cidade de Solânea, Brejo paraibano, sediará na sexta-feira, 26 de julho, a 7ª Feira Agroecológica e Cultural da Juventude Camponesa do Polo da Borborema, evento organizado pela comissão de jovens do Polo e neste ano contará com a participação de cerca de 100 pessoas entre jovens, mulheres, agricultores e técnicos de projetos que trabalham com desenvolvimento rural no Brasil, Argentina, Bolívia, Paraguai, Nicarágua, e El Salvador que em parte recebem o apoio do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA).
Entrevistada no Programa Esperança no Campo e Programa Domingo Rural do último final de semana, a componente da comissão de jovens do Polo, Márcia Araújo dos Santos, explicou que o evento acontecerá em frente ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Solânea num espaço de comercialização de uma variedade de produtos da agricultura familiar e exposição de experiências de jovens agricultores. “Estamos nos preparativos finais para a nossa sétima feira em que a gente vai pra Solânea, no dia 26, onde a juventude camponesa do Polo da Borborema que são 13 municípios que vai estar lá e a gente tem como tema a questão da educação tendo em vista que os jovens camponeses são lá na agricultura trabalhando, estão estudando, e a sétima edição em que temos um processo de várias feiras agroecológicas e em cada uma delas a gente traz um tema para estar discutindo com a sociedade, levando as nossas dificuldades, mas também levando os nossos avanços, a feira pra gente é um momento rico, importante onde a juventude camponesa está lá mostrando sua identidade, mostrando sua alegria, mostrando seu compromisso com a agricultura, são jovens que estão produzindo lá no campo e que tem a feira agroecológica como espaço de comercialização, de aprendizado como forma de experiência”, explica Márcia Araújo ao iniciar diálogo com nosso público ouvinte.
Conforme a assessoria do Polo, a novidade desta edição será a montagem de duas tendas pedagógicas: uma tenda simbolizando a educação do campo contextualizada e a outra a chamada “escola sem partido”, ou “escola com mordaça” como vem sendo chamada a ideia que gerou dezenas de projetos de lei em câmaras municipais do país, cuja proposta fere a liberdade de expressão dos educadores sob o argumento de barrar o que seus defensores chamam de ‘ideologia de gênero’ entre outros argumentos.
Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural




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