Campanha 16 dias de ativismo pela não violência é tema de Universo e Domingo Rural

Discutir a violência contra a mulher e políticas públicas de educação, cultura e segurança foram temáticas trabalhadas no Programa Universo Rural da Rádio Bonsucesso de Pombal, na última quarta-feira(28/11) e Programa Domingo Rural da Rádio Serrana de Araruna em conexão deste domingo(02/12) entrevistando a secretária executiva da Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana, Gilberta Santos Soares; coordenadora da Coordenadora do Centro de Referência da Mulher de Campina Grande, Ana Cleide de Farias Rotondano; e a componente do Centrac, Centro de Ação Cultural e Grupo de Estudo de Gêneros da UEPB, Flor e Flor, Mary Help Ibiapina Alves que falaram sobre o trabalharam que está sendo desenvolvido durante a segunda quinzena de novembro e primeira quinzena de dezembro dentro da ‘Campanha 16 dias de Ativismo pela não violência contra a Mulher’ no Estado da Paraíba em sintonia com as diversas ações que acontecem no Brasil e no mundo.

Gilberta Soares explicou que a secretaria da mulher vem fazendo um trabalho de acompanhamento das mulheres vítimas de violências oferecendo apoio e ao mesmo tempo lançando propostas para que as entidades parceiras ampliem as discussões sobre a importância da mulher vítima de violência tomar as medidas apropriadas desde a busca da denúncia a partir do apoio das entidades locais até a questão da saúde física e psicológica. “Nós viemos à Campina Grande hoje enquanto Secretaria do Estado da Mulher e da Diversidade Humana para articular com os parceiros locais, tanto a comissão que está acompanhando os casos de enfrentamento a violência contra a mulher em Campina e na região de Queimadas, Boqueirão, Caturité para conversar sobre uma ação de mobilização que vamos estar realizando 30 aqui em Campina Grande, na praça da bandeira, e dia 11 de dezembro em Queimadas, na praça central”, explica aquela representante governamental acrescentando que é idéia é divulgar serviços onde as mulheres possam buscar ajuda, disponibilizar orientação e formação contando com a presença profissionais da rede que são psicólogos, assistentes sociais e advogados que possam estar prestando esclarecimentos e também ouvir mulheres na busca de estimular ao rompimento com qualquer ciclo de violência.

A coordenadora do Centro de Referência da Mulher de Campina Grande, Ana Cleide de Farias Rotondano, participou do Programa Domingo Rural e Universo Rural falando sobre o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo centro de referência de Campina Grande e garante que a ação do município vem fazendo um trabalho parceiro que vem atendendo mulheres de Campina Grande e diversos municípios do interior. “Campina Grande dar esse enfrentamento, ela faz esse atendimento porque nós entendemos que a Rede de Atendimento da Mulher em Campina Grande está bem estruturada, então nada nos impede de fazer esse acompanhamento, dar essa assistência às mulheres de outros municípios que nos procurem em nossa coordenadoria”, explica aquela autoridade.

A componente do Centrac e Grupo Flor e Flor, Mary Help Ibiapina Alves, disse que o movimento social está cada vez melhor aparelhado para o processo de luta ao combate a violência em Campina e na região articulando serviços para as mulheres com assessoria jurídica; informações sobre direitos junto as organizações, as vítimas e as famílias e garante que a prática tem levado as mulheres a denunciarem mais as práticas de violência na busca de soluções com punições aos seus agressores. “É difícil a gente mensurar até que ponto nós estamos uma sociedade mais violenta e ou se isso é resultado da visibilidade que os mecanismos de enfrentamento como a Lei Maria da Penha, as Delegacias Especializadas têm, então a gente tanto pode ter um aumento da violência como a gente estar tendo uma maior visibilidade. Dizer exatamente a que se dar esse maior número de casos é complicado, mas a gente sabe que com ele, as mulheres estão se sentindo mais protegidas, estão se sentindo mais respaldadas pra denunciar esses casos, então há um maior números de denúncias porque há também um mecanismo jurídico de enfrentamento e de apoio a essas mulheres, porque as mulheres ao chegar elas sabem que vão ter uma resposta, elas vão ter uma medida protetiva, elas vão ter uma prisão imediata ou até medidas que antes nunca tinham ”.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

Deixe seu comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado. Campos marcados como (obrigatório) devem ser preenchidos.

Newsletter

Através da nossa newsletter você ficar informado, o informativo do estudo rural já conta com mais de 20 mil inscritos, faça parte você também.

Back to Top