Coletivo regional do Cariri oferta polpa de frutas ao mercado paraibano
O ano de 2009 foi de relativa alta produção para os grupos de mulheres que trabalham o beneficiamento de frutas na região do Cariri, Seridó e Curimataú vinculadas ao Coletivo de Educação Solidária daquelas microrregiões.
A informação é da assessora do Coletivo junto aos grupos de mulheres agricultoras, Zilma Rúbia Maximino Dantas, em entrevista concedida ao Programa Domingo Rural, justificando que dois fatores foram importantes: o aumento do grupo de mulheres trabalhando o beneficiamento e conseqüente aumento na quantidade de polpa acumulada, fazendo com que as famílias passem a ofertar os produtos nos mercados locais e de Campina Grande objetivando abrir espaços nas freezers para a conservação da produção de umbu que está se iniciando neste período agrícola e desenvolver rotatividade no negócio.
Zilma informou que está sendo ofertado ampla quantidade de produtos do caju e da acerola, explicando que a partir de novembro de 2009 deu-se início o beneficiamento do caju, acerola por períodos mais extensos e a partir deste mês se inicia o trabalho de beneficiamento do umbu com expectativa de elevada quantidade. Ela informou que durante o período de férias escolares percebeu-se menor procura do produto, fazendo com que acumulasse-se o produto nas freezers de cada coletivo produtivo a exemplo da Conab que compra produtos e oferta para diversos grupos sociais dos municípios. A gente tem a Bodega agroecológica que nos procurando lá a gente pode fornecer essas poupas, a gente tem de 100 gramas, tem de 500 e tem de um quilo tanto de caju, umbu como de acerola, relata aquela liderança, acrescentado que os interessados podem procurar o Coletivo no e-mail coletivo.regional@hotmail.com e telefone (83) 9616 9277 ou procurar naquela casa comercial no centro da cidade de Soledade.
Ela lembrou que quando se está comprando produtos agroecológicos no Coletivo se está fortalecendo o trabalho desenvolvido pelas famílias agricultoras e ao mesmo tempo o meio ambiente já que são práticas de produção e beneficiamento que pensa a vida de quem produz, de produz e do meio. Está favorecendo para que as famílias permaneçam lá com uma renda, porque a gente está investindo nesse grupo porque a gente vê que é uma forma de aproveitar a matéria-prima que é abundante em termos de frutas da região e como ajudar as famílias a se manterem lá na sua comunidade rural.
Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural




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