Encontro territorial do Pólo da Borborema avalia ações 2010 e perspectivas para 2011

Famílias agricultoras e entidades do Pólo da Borborema se reuniram durante os dias 11 e 12 deste mês no Centro Santa Fé, em Arara, com o objetivo de avaliar as ações desenvolvidas e estabelecer novas perspectivas para o programa P1+2 durante o ano de 2011.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Do encontro participaram cerca de 70 pessoas que aproveitaram para fazer um balanço dos dois anos do Programa Uma Terra e Duas Águas, P1+2, na região da Unidade Gestora AS-PTA que atende a microrregião do Curimataú numa parceria com o CEOP e Caritas além da região do Pólo da Borborema que compreende 17 municípios atendidos pelas entidades do Pólo da Borborema.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Para o assessor técnico da AS-PTA, José Camelo, durante os dois dias foi feito um balanço de como está o Programa na região com suas vantagens e seus entraves enquanto desafios melhoradores do Programa. “E aí foi importante porque as famílias foram quase unânime em dizer que o Programa trouxe para além dos ganhos econômicos, da melhoria da qualidade de vida e alimentação, mas também a questão da auto-estima das pessoas, principalmente por ser um evento que teve uma grande participação de mulheres e essas mulheres também avaliaram desse ponto de vista que é um despertar também para a família sobretudo pra elas que estão tendo a oportunidade de produzir ao redor de casa, de melhorar esse sistema que as vezes é pouco valorizado, um sistema de produção que é pouco valorizado que é o arredor de casa e nesse arredor de casa foi interessante porque a partir de processo de formação a gente passa a analisar ele de forma mais integral”, explica Camelo, dizendo que quando se olha a unidade produtiva em sua totalidade percebe a diversidade e o ganho que as famílias estão contabilizando.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Camelo explicou que todo o trabalho do P1+2, em sua primeira etapa já está em fase de acabamento, faltando apenas a conclusão de algumas barragens subterrâneas e a recuperação e construção de alguns tanques de pedras e a instalação de bombas populares, mas lembrou que as práticas agrícolas na dinâmica de convivência com a realidade semiárida, cabendo as entidades continuarem esse trabalho na parceria apoiadas em novos programas financiadores no ano que vem. “Esperamos e estamos correndo para que até o final desse mês a gente dê contas de tudo isso”.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Durante a reunião também foi avaliado as parcerias que foram possíveis nos municípios com o engajamento de algumas prefeituras que entrara com máquinas para a perfuração dos buracos destinados a construção das cisternas calçadão. “Isso é importante ser dito que em alguns lugares a gente conseguiu estabelecer parceria com o governo municipal e nesses municípios que foram: Remígio, Queimadas, Casserengue e outros a gente conseguiu fazer com que a prefeitura ajudasse na escavação do Buraco, isso foi muito importante porque esse é um programa pra dialogar com toda a sociedade e com todas as políticas públicas locais”.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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