Médico veterinário discute atualização e modernização na vigilância sanitária de município do Cariri paraibano

O médico veterinário e professor, Gláucio Maracajá, compartilhou conhecimentos a cerca da atualização e modernização das ações de vigilância sanitária no município de São José dos Cordeiros, Cariri Ocidental paraibano, em capacitação que aconteceu no último dia 17 numa promoção da gestão municipal, através do prefeito Felício Queiroz e da secretária de saúde, Rosângela Ktiussa.

Conforme Maracajá, o evento aconteceu a partir de um convite daquele gestor objetivando capacitar profissionais na gestão municipal a partir da coordenação da equipe da vigilância sanitária fortalecendo as políticas públicas de saúde preventiva da população no campo e na cidade. “Trata-se de uma capacitação onde você atualiza todas as principais legislações que envolvem a fiscalização e inspeção de produtos de origem animal, água que é fator preocupante, principalmente na zona rural em que muita gente acha que não tem problema, mas tem desde contaminação de solos, contaminação de água, as principais RDCs e tudo o que envolve essa área”, explica aquele profissional ao dialogar com Stúdio Rural.

Maracajá explicou ser ação importante que deveria ser trabalhada em todos os municípios no sentido de fazer com que os produtos sejam oferecidos com qualidade para a segurança da saúde das populações e consumidores em geral.  “Eu tenho sempre alertado bastante a esse respeito pela falta de valorização de órgãos como vigilância Sanitária, como serviço de inspeção, falta de valorização e conhecimento da questão das legislações e a falta de pessoas que estejam a frente, por exemplo, de gerência de mercados públicos, de coordenações de vigilâncias sanitárias em que muitos clientes têm migrado pra comprar produtos de origem animal carne, leite, mel, ovos e seus derivados em supermercados e têm, entre aspas, abandonado o pequeno comerciante de açougue e principalmente em Mercados Públicos em que a gestão municipal não cumpre as mínimas condições exigidas pela legislação sanitária, isso praticamente em todos os municípios, principalmente nos pequenos municípios” alerta Gláucio ao dialogar com Stúdio Rural classificando como consequências graves no processo de geração de rendas complementares locais. “Eu conheço muitos marchantes que abatiam por semana dez, doze bois e até quinze e hoje abatem dois porque parte de sua clientela migrou para o que a gente chama de carnes congeladas ou carnes resfriadas”, justifica detalhando informações de grandes dificuldades geradas em cadeias produtivas as mais diversas.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural
Foto:    Paraibamix

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