Presidente da Funasa fala sobre Cisternas no semiárido e sobre gestão no Rio Doce-MG vítima do rompimento da Barragem do Fundão
O presidente da Funasa, Lenildo Dias de Morais, participou do Programa A Voz do Brasil, nesta quinta-feira, 28 de maio, com o objetivo de falar, num primeiro momento, sobre a gestão do Rio Doce, vítima do rompimento da Barragem do Fundão, no município de Mariana, Minas Gerais, em que, com o desastre, despejou-se resíduos tóxicos e lama contaminando a água em territórios de Minas e do Espírito Santo. “A Operação Funasa presente no Rio Doce começou com três frentes simultâneas: de monitoramento da qualidade da água em 32 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo, a operação começou com 173 pontos de monitoramento ao logo da bacia do Rio Doce, é importante dizer que a primeira frente foi entre o município de Mariana e no Vale do Aço, a segunda percorreu cidades do Médio Rio Doce e da divisa entre Minas Gerais e Espirito Santo, incluindo Governador Valadares, Conselheiro Pena, Resplendor e Aimorés; e a terceira e última frente foi nos municípios capixabas, lá no Espírito Santo, com coleta em Aracruz, Linhares, Colatina, São Mateus, Conceição da Barra e Marilândia”, explica Lenildo justificando que a Funasa disponibilizou equipes com três unidades móveis para a coleta da qualidade da água.
Na sequência, Lenildo falou sobre o Programa Cisternas desempenhado por aquela Fundação, destinado a se somar com o conjunto das Ações de Mobilização para a Convivência no Semiárido, que visa facilitar a vida das famílias agricultoras na região semiárida brasileira, com acesso a água de qualidade e ao processo de fortalecimento das dinâmicas de segurança alimentar em toda a região. “A iniciativa permite acesso regular a água potável para consumo humano por meio da captação e armazenamento da água da chuva, e o importante é que as populações do semiárido que estão nos escutando já sabem como funciona, então na realidade, na prática, é um programa que funciona como uma instalação de reservatórios de 16 mil litros conectados aos telhados das residências” explica Dias de Morais dialogando com o público ouvinte de A Voz do Brasil em todo o território nacional.
Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural




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