Produtores pedem reunião temendo inviabilidade de projeto do alho em Ribeira

Produtores de alho da Comunidade Ribeira de Cabaceiras, através da ARPA, Associação Ribeirense de Produtores de Alho e secretaria de agricultura de Cabaceiras, tradicional produtora de alho em toda a região, reivindicaram uma reunião junto às entidades parceiras para discutir o atraso nas ações do projeto de revitalização da cultura de forma sustentável naquela microrregião caririszeira em evento que aconteceu no salão da agroindústria na última segunda-feira 10 de março.

O evento contou com representações do da prefeitura municipal de Cabaceiras através da pasta da agricultura e meio ambiente, Banco do Nordeste, Universidade de Campina Grande, ARPA, Coopagel, famílias de agricultores envolvidas no projeto dentre outras que, juntas, escutaram as reivindicações dos agricultores e agricultores que cobram celeridade no projeto financiado pelo MDA/Petrobrás que deveria ter tido conclusão desde o final de novembro do ano passado e que até agora encontra-se em fase que compromete o andamento da produção naquela comunidade.

Na reunião as famílias de agricultores relembraram o compromisso assumido no mês de agosto do ano passado quando da vinda do coordenador do Projeto Petrobrás Fome Zero, Cláudio de Jesus, da vinda do secretário nacional do desenvolvimento agrário, Humberto Oliveira e dos termos de compromisso existentes no contrato que asseguram um ciclo completo de produção e agregação de valor ao produzido durante o ano de 2007 e que até esta quinzena do mês de março de 2008 a principal fase do projeto não foi executada, comprometendo a qualidade do alho produzido que está abandonado em um galpão do prédio num processo de degradação que vai desde secagem desordenada, apodrecimento até a desidratação do produto estocado.

Para os agricultores presentes ao evento, pelo que foi negociado com a Coopagel(cooperativa responsável pela gestão dos recursos e acompanhamento das ações) e parcerias, o projeto deveria está basicamente concluído no final do ano passado, já que a plantação do alho se deu no mês de julho daquele ano e a colheita era esperada previamente para aproximadamente o mês de novembro o que deveria ter sido seqüenciada com a industrialização do produto e em seguida a comercialização, ainda no final daquele ano, o que não foi possível por falta de aquisição dos equipamentos e acessórios necessários para o processamento.

Após as discussões, as entidades presentes prometeram empenho no sentido de viabilizar o projeto o mais rápido possível, objetivando preencher os requisitos do projeto.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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