UFCG Sumé avalia Encontro do Umbu Gigante em Serra Branca para o Cariri paraibano
Avaliar o I Encontro do Umbu Gigante no Cariri paraibano que aconteceu na última sexta-feira, 24 de abril, na Fazenda Areias, em Serra Branca, Cariri Ocidental paraibano, foi meta trabalhada pela professora da UFCG/CDSA/Sumé, Alecksandra Vieira de Lacerda, durante entrevista ao Stúdio Rural.
Alecksandra diz ser importante espaço para as representações discutirem e evidenciarem o conjunto das ações que já vêm sendo trabalhadas pelas entidades diversas, em parceria com famílias agricultoras em diversos municípios, e ao mesmo tempo um fórum de babates sobre os potenciais da cultura e o conjunto das alternativas a serem empreendidas em torno da nova variedade que venha fortalecer a já tradicional cultura do umbu nativo que já é parte da vida das famílias camponesas e dos mercados consumidores de todas as regiões. “É mais uma possibilidade de a gente estar olhando pra nossa região e enxergar essas potencialidades, então é uma discussão muito bem colocada pela Dóra, aqui de Serra Branca, nos trazendo aqui essa possibilidade de juntar várias pessoas que têm o mesmo interesse que é o interesse de olhar para nossa região e desenvolver enxergando as potencialidades regionais, então é uma discussão muito importante, pessoas que estão aqui estrategicamente com esse olhar”, evidencia aquela educadora.
Vieira explicou que uma ampla equipe daquela universidade fez importante trabalho dentro do evento, fazendo parte dos debates a partir de palestras, além de apresentar conhecimentos, tecnologias e bioprodutos de agregado valor desenvolvidos por aquela universidade, através de seu Centro de Desenvolvimento do Semiárido (CDSA). “Como próximos passos a gente fazer o refinamento da ciência, considerando esse marco populacional, buscando entender esses temas consorciados, como é os sistemas agroflorestais, pra que assim a gente possa ter as pessoas tendo meios de sobrevivência, além de fazer a conservação do nosso bioma”, justifica Alecksandra. “O recado que se faz pra todos os segmentos é que nossos próprios gestores pensem políticas públicas assertivas olhando o contexto da semiaridez, e que a gente possa conviver com nossa semiaridez olhando esses potenciais, olhando nossa biodiversidade ajustadas com os perfis socioeconômicos para que a gente possa evoluir dentro desses sistemas, mas também olhando para o vetor da extensão, é preciso que as informações cheguem para as pessoas”, reforça Alecksandra Vieira ao dialogar com Stúdio Rural.
Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural




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