P1MC associado ao P1+2 e distribuição de mudas melhoram produção agrícola em Assentamento de Remígio

As ações integradas de convivência com a realidade do semiárido desenvolvidas pelas entidades do Pólo da Borborema associado a ASA Paraíba estão chegando em todos os recantos das microrregiões do estado da Paraíba, mudando para melhor a realidade das famílias agricultoras em todos os municípios.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Nós do Programa Domingo Rural visitamos famílias agricultoras no Assentamento Junco no município de Remígio e lá entrevistamos o agricultor, Gilberto Cândido da Silva e falamos sobre um ano de pouquíssima quantidade de chuvas e, ao mesmo tempo, como as ações integradas podem facilitar o processo de convivência com essa realidade.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Ele diz que pouco a pouco está melhorando a estrutura do solo a partir de ações de agregação de valor nas ações estruturantes e incremento na vegetação da unidade produtiva a exemplo do plantio de mudas de culturas diversas ao redor de uma barragem subterrânea recém construída com recursos do Programa Uma Terra e Duas Águas(P1+2). “Tenho trazido bastante mudas, depois que eu cheguei para aqui aí já está vendo a situação, aqui era só terra limpa, então é que eu continuei plantando as mudas, hoje a terra tem outra vida e quanto mais eu possa plantar mais vou dar fossa para a terra porque a terra se reformando”, explica o agricultor assegurando que quando chegou no assentamento já encontrou uma terra degradada pela criação de gado e, com o apoio das entidades vem encontrando o ponto ótimo de produção para a propriedade rural.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Ao falar no Domingo Rural desse domingo(29) ele falou sobre a estratégia de plantio, afirmando que a diversidade é a estratégia marcante no modelo de produção dele e da família com culturas destinadas para a produção alimentícia com fruticultura, plantas destinadas para a produção de estacas, lenhas, madeiras dentre outras ações a exemplo de benefício ambiental e garante que a barragem subterrânea fará o diferencial na produção de culturas de raízes curtas no centro da várzea e culturas de raízes mais longas ao redor da barragem subterrânea. “A barragem é de uma importância grande. Agora é preciso saber lutar com ela. Você faz uma barragem subterrânea e dar pra você arrumar um recurso de vida para sobreviver dentro de casa. Se todo mundo fizesse a barragem subterrânea onde for adequado mesmo, quer dizer que o nosso Nordeste não vai ficar ressecado, o nosso Nordeste vai ficar uma coisa mais importante”.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Ele explicou que com a água acumulada na barragem subterrânea é possível dar continuidade ao processo de produção a partir da água retida no solo que vai sendo consumida aos poucos pelas raízes das plantas e lá pelo mês de novembro a dezembro se beneficia com as tradicionais chuvas da florada, o que faz com que as culturas se encontrem com a próxima temporada de chuvas. “O inverno bo9m mesmo ele faz muito, pronto até agora no mês de agosto ele faz efeito, então com a barragem subterrânea vai para setembro, outubro, novembro até dezembro e acontece de cair as chuvas de dezembro e atravessa de um ano pra outro”, relata o agricultor acrescentando que já tem colocado o excedente para venda na feira agroecológica de Remígio.

style=FONT-FAMILY: 10pt FONT-SIZE: ?Arial?,?sans-serif?;>Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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