Agricultura familiar e agroecologia conquistam lugar no legislativo de Solânea

Fazendo uma avaliação positiva das eleições 2012 e de sua conquista com um mandato no legislativo de Solânea, o agricultor, componente e ex-diretor do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Solânea, Antônio José da Silva, Toinho Cadête(foto), ao dialogar com Stúdio Rural fez um balanço verdadeiro balanço de sua votação como candidato a vereador vitorioso naquele município.

Componente do PT e uma votação de 769 votos, ele informou que o mandato representa a luta desempenhada enquanto componente da luta sindical e junto às organizações da agricultura familiar daquele município e que suas ações estarão voltadas a agricultura familiar e aos setores organizados buscando fortalecer as diversas ações para o desenvolvimento do município. “Antônio Cadête vai se comportar em sintonia com a sociedade civil com certeza porque a sociedade civil foi quem nos educou fazendo com que a gente permanecesse nessa luta, o mandato de vereador é onde a gente vai fortalecer, onde a gente vai trabalhar trazendo mais pessoas sensíveis a nossa proposta e ao nosso trabalho e propostas do dia-a-dia trazendo o poder público para que ele se sensibilize para todas essas questões que a sociedade civil do município de Solânea, inclusive os sindicato dos trabalhadores rurais têm defendido, está trabalhando e defendendo na luta do dia-a-dia”.

Cadête informou que foi eleito pela oposição e fará um trabalho independente com votações e decisões tomadas a partir de discussões com as entidades sociais do campo e da cidade. “Eu fui eleito pela oposição, então até agora não temos nada acertado com o gestor, então nosso mandato é um mandato independente, das ações que nós fazemos, tanto é independente como ser situação ou como ser oposição, então é um mandato que tem seguido em linha de frente, tem sido pautado pelas ações e pala luta, por isso é que nosso mandato é um mandato independente e soberano para o povo do nosso município”, explica dizendo que as decisões e votações serão um processo de discussão com o executivo levando sempre em consideração a vontade da base social. “Os desafios são muitos, primeiro temos que ter a consciência no gestor, tem que ter a consciências nos colegas vereadores que nós não somos donos da verdade, não somos os únicos, então tem que haver debates, então tem que haver sensibilização, enquanto cada um pensar que é dono de tudo, que é dono da história, que é dono do poder as coisas não mudam. Há determinados momentos que tem que ser usado o poder para tomar determinadas decisões, mas há determinado momento que você precisa esquecer o poder para se voltar à sociedade para você tirar lição da sociedade e tirar encaminhamentos para resolver os problemas o que é muito desafiante”.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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