Agroecologia do algodão de Piranhas-AL é destaque no Domingo Rural e Esperança no Campo

A produção do algodão orgânico nos sistemas agroalimentares do município de Piranhas e municípios do Alto Sertão de Alagoas, foi destaque no Programa Domingo Rural do último domingo(07) e será tema trabalhado no Programa Esperança no Campo da próxima segunda-feira(15) a partir de entrevista com a assessora técnica do Projeto Algodão em Consórcios Agroecológicos no Alto Sertão de Alagoas, Ana Cristina Accioly, residente na cidade de Piranhas.

Durante ampla entrevista ela faz um balanço de como foi reiniciar a produção da cotonicultura a partir das práticas orgânicas, fala sobre o entusiasmo das famílias agricultoras nas dinâmicas produtivas 2020 e trabalha perspectivas para os empreendimentos na safra deste ano 2021 além de falar sobre as ações integradas desenvolvidas nos diversos projetos pelos diversos semiáridos do semiárido. “A gente não tem um semiárido, a gente tem diversos semiáridos com coisas parecidas, mas com muita diversidade, com muitos cenários diferentes, então todo o projeto é pensado dentro dessa diversidade em todos os sentidos, não só climático como também sociais, políticos dentre outros, projeto sempre adaptado a realidade de cada local e principalmente construindo, planejando e executando junto com as famílias, ninguém planeja e faz para as famílias, fazemos com as famílias, a participação é um componente fundamental pra esse projeto, então aqui a gente acabou de colher o algodão, em dezembro a gente terminou a colheita, descaroçamento e o enfardamento da nossa produção do algodão aqui em Alagoas, então durante os meses de dezembro, janeiro e fevereiro a gente está no chamado vazio sanitário”, explica detalhando esse período que antecede o novo plantio a partir de março deste 2021.

Ela explicou que neste presente momento os municípios estão dentro de vazio sanitário para que em março se inicie o preparo da terra e, com a chegada das chuvas, a partir daí se desenvolva o plantio do algodão dentro dos consórcios e as ações continuadas de convivência com a diversidade de insetos e plantas úteis, mas que requerem controles estratégicos.  

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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