Analista da Agência de Cooperação evidencia ações do Brasil em projeto com países parceiros

Durante entrevista no Notícias Agrícolas da Rádio Stúdio Rural, na tarde da última quarta-feira(06), a analista de projetos da ABC, Agência Brasileira de Cooperação, pela cooperação sul-sul trilateral com organismos internacionais, Mariana Falcão Dias, fez um balanço das ações da ABC, órgão do Ministério das Relações Exteriores junto ao conjunto das entidades parceiras, inclusive dentro das dinâmicas do Projeto Mais Algodão na parceria com a FAO, órgão das Nações Unidas. “O Ministério das Relações Exteriores tem a missão de garantir e promover iniciativas em cooperação técnica internacional que estejam em sintonia com as diretrizes da política interna brasileira, a Agência Brasileira de Cooperação é parte da estrutura do Ministério das Relações Exteriores brasileira e é responsável por coordenar desde as negociações até a elaboração, a aprovação, implementação, monitoramento e avaliação de todos os programas e projetos de cooperação técnica internacional desenvolvidas tanto do Brasil com o exterior como do exterior para o Brasil”, explica aquela analista.

Falcão explicou como se constitui um projeto de cooperação técnica; sobre como surgiu o projeto Mais Algodão e as dinâmicas de seleção dos países participantes e as instituições brasileiras cooperantes que podem apoiar tecnicamente o projeto +Algodão; sobre os aspectos importantes do projeto +Algodão na perspectiva da cooperação brasileira; além de evidenciar os ganhos e vantagens do Brasil em projetos como o do projeto Mais Algodão. “Quem trabalha com agricultura sabe que ao longo das décadas a agricultura brasileira foi beneficiada pela cooperação técnica internacional com países desenvolvidos, então o impulso do desenvolvimento do setor foi promovido por sucessivos governos nacionais, foi auxiliado pelas parcerias com esses diversos organismos parceiros internacionais, de fato o Brasil recebeu novos reconhecimentos de tecnologias que permitiram significativos avanços nos sistemas de produção e no desenvolvimento das capacidades técnicas nacionais com a especialização de número expressivo de profissionais em todas as linhas de atuação das ciências agronômicas”, explica Mariana.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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