Casa de beneficiamento de frutas melhora trabalho de grupo de mulheres na safra 2012 em Pedra Lavrada

Componentes do Grupo de mulheres da Comunidade Canoa de Dentro, no município de Pedra Lavrada, que trabalham o beneficiamento de frutas nativas da região a partir da elaboração de doces, geléias, polpas, sucos e outros vem fazendo um trabalho com beneficiamento de frutas e já se preparam para fazer amplo trabalho neste ano de 2012.

O tema foi evidenciado no Programa Domingo Rural deste domingo(08/01) mostrando que o grupo já desenvolve o trabalho de beneficiamento e venda dos produtos para programas governamentais e a partir da utilização dos novos equipamentos da casa de beneficiamento que teve inauguração no mês de setembro de 2011 com patrocínio da Petrobras via Programa Petrobras Desenvolvimento e Cidadania através do Projeto Água no semiárido a tendência é de ampliação na oferta de produtos.

Domingo Rural conversou com a agricultora Rosimere de Oliveira Santos Souto que reside naquela comunidade e ela informou que a expectativa é de aumento de produtos beneficiados já que naquela região tem uma grande variedade de frutíferas a exemplo do umbu e caju que são tidos como culturas de ampla oferta de produtos em épocas de safras além de culturas adaptadas. “A gente já vende desde dois anos para o PAA, vende também pra região com a Bodega Agroecológica, em Soledade, também agora com o PNAE para a merenda escolar e durante esses dois anos a gente tem vendido a nossa produção“.

Verônica de Moura Barbosa é assessora da ONG Patac que trabalha junto ao Coletivo Regional do Cariri, Seridó, Curimataú e, ao participar do Programa Domingo Rural, falou sobre a expectativa para a safra de umbu deste ano 2012, garante que a oferta aumentará num momento apropriado em que haverá mais oferta de alimentos para servir as famílias agricultoras e dos espaços da venda da produção no mercado de consumo privado e governamentais. “Nós sabemos que os atravessadores aproveitam aí o momento da safra e caem em cima comprando à preços muito baixos onde as famílias não tem nem condições de está fazendo o aproveitamento dessas frutas na safra e essa unidade ela dá possibilidades de se aproveitar muito mais essas frutas e armazenar porque você passa a ter salas, freezers que dão condições das famílias armazenarem no período da safra e comercializar no período da entressafra”, explica Verônica acrescentando que a comunidade agora passa a ter mais água a partir de cisternão calçadão conquistado pelo P1+2 e o uso de um biodigestor para cozinhar os produtos de forma econômica e ambientalmente sustentável.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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