Colheita agroecológica do algodão no Sertão pernambucano é destaque no Domingo Rural e Esperança no Campo

Mesmo diante de redução das chuvas no período da floração, a produção do algodão nos sistemas agroalimentares está assegurada na região do Sertão do Pajeú pernambucano safra 2019.

A informação é do presidente da Associação Agroecológica de Certificação Participativa do Pajeú e diretor do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Serra Talhada, Claudevan José dos Santos, durante participação no Programa Esperança no Campo e Programa Domingo Rural deste final de semana da Rádio Queimadas FM e Serrana de Araruna, respectivamente. “No Sertão aqui do Pernambuco, no Pajeú, a gente sofreu um pouco por falta das chuvas, mas assim mesmo a gente vai ter uma produção que vai dar para que o agricultor possa ter um lucro bom ainda esse ano”, explica ao iniciar seu diálogo com o público ouvinte de nossas emissoras parceiras.

Claudevan explicou o trabalho que vem sendo desenvolvido pela Embrapa Algodão e entidades parceiras nas dinâmicas de pesquisas participativas e perspectivas de aumentar possibilidades de produção nos sistemas agroalimentares que envolvem os municípios de Sertânia, Afogados da Ingazeira e Serra Talhada. Ele garante que um fator positivo é mostrar para as comunidades que, em anos normais de chuva, a agricultura será amplamente beneficiada com a inclusão do algodão nos sistemas produtivos. “A gente tem uma parceria muito boa com a Embrapa, nossos companheiros que estão sempre aqui com a gente: Dalfran, Marenilson, Marlene, então temos aqui uma equipe boa da Embrapa que está sempre aqui com a gente nesta luta principalmente do algodão agroecológico, e também com parceira forte que é a Diaconia que é um dos pioneiros fortes aqui ajudando a fortalecer a ASAP que é a Associação Agroecológica do Pajeú”, explica comemorando.    

Em contato direto com o público ouvinte de nossas emissoras parceiras, Claudevan explicou que, em razão das diferenças das quadras chuvosas, a cultura foi plantada em períodos diferenciados e consequentemente está tendo período diferenciado na colheita.  “A gente plantou em várias fases, teve plantio que foi plantado no dia 19 de fevereiro, outro foi plantado em 27 de fevereiro, outro foi no dia 27 de março, então teve agricultores que plantou no início de abril”, explica dizendo que a diferença do tempo na janela do plantio faz com que as entidades dobrem os cuidados para evitar que os insetos bicudo se transformem em pragas. Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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