Componente de chapa poderá ficar fora da disputa pela direção da Fetag Paraíba

O componente da chapa 1 na disputa pela direção da Fetag, Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado da Paraíba, Liberalino Ferreira de Lucena, Caboclinho, poderá ficar de fora no pleito 2014 em razão de irregularidades.

A afirmativa é do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Barra de Santana, diretor da CUT-PB e componente da chapa de oposição na condição de tesoureiro, Paulo Medeiros Barreto, ao dialogar com os ouvintes do Programa Domingo Rural, no domingo, 09 de março, via Rádio Serrana de Araruna e Rádio Bonsucesso de Pombal, explicando que as duas chapas contestam as candidaturas uma da outra, mas explica que a maior gravidade apresentada está no fato de que o componente Liberalino não teria base em um sindicato de trabalhadores, o que o impediria de ser candidato já que o artigo do estatuto da federação diz que para ser candidato o proponente terá que está em dia em sua base social e sindical. “Olhe, a chapa 1 impugnou a chapa 2 e posteriormente também a chapa 2 impugnou a chapa 1 onde entramos com três impugnações: uma diz respeito a 31 delegados indicados pra fazer parte na chapa 1 do atual presidente candidato a reeleição que não estão em dia com suas contribuições na base, então o princípio de tudo é você está legalizado na sua base, eu não posso ter direito a votar nem ser votado se eu não estou em dia com minhas contribuições sociais, sindicais como diz o estatuto”, explica falando dos fatores limitantes a eleição que acontece no dia 27 deste mês e diz que o ponto alto da gravidades é o fato do principal candidato de situação não ser mais associado a um sindicato da categoria. “A principal de todas é a do candidato á reeleição, o candidato caboclinho que está lá há 27 anos como presidente a há 20 que ele está ilegal sendo reeleito ilegalmente, porque o estatuto é claro: pra você ser candidato a um cargo na federação você tem que ser dirigente sindical no seu sindicato de origem, você tem que estar em dias com seu sindicato de origem e o presidente lá não é delegado de origem do sindicato de Patos, não está dirigente no sindicato de origem e também não está com seu sindicato e suas contribuições em dia, ele pessoalmente, quer dizer, ele só está pensando que os outros é que tem que estar organizado e pagando seu sindicato”, explica dizendo ser desproporcional a realidade dos agricultores trabalhadores rurais que são obrigados a estarem em dia em suas associações e sindicatos.

Medeiros garante que a chapa encabeçada pelo sindicalista Nelson Anacleto está atenta e buscando todas as medidas legais que possam legitimar o pleito naquela organização estadual de agricultores e trabalhadores rurais. “Mostra muitas ilegalidades no processo dele, nós entramos com a impugnação e estamos esperando ser julgado pela comissão que ele mesmo criou, começou com sete pessoas e ele mesmo é quem nomeou as sete pessoas pra julgar ele e dependendo do resultado, nós vamos acatar ou não, certamente não vamos acatar porque mostra claramente o estatuto que ele não pode ser candidato na federação porque nem um cidadão pessoalmente tem direito a votar na federação; quem tem direito a voto ó o sindicato, cada sindicato tem direito a três votos, ele(o sindicato) nomeia os três delegados no ato de sua eleição, na ata de posse tem lá o nome dos três delegados que vão representar aquele sindicato a nível de federação. Então ele não é delegado, porque ele não é diretor e está inadimplente com sua contribuição social no seu sindicato de origem”, explica Medeiros Barreto que participou de diversos programas e programações em emissoras diversas do estado da Paraíba.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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