Embrapa promove mini-curso sobre Produção de Agroenergia e Alimentos

A Embrapa Algodão, em parceria com o curso de Ciências Biológicas da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), promoveu na última quarta-feira, dia 15 de setembro, o mini-curso “Tecnologias Sustentáveis para Produção de Agroenergia e Alimentos”. O mini-curso aconteceu no auditório central da Empresa e teve por objetivo disseminar o conhecimento sobre a sustentabilidade nas diversas culturas trabalhadas pela Embrapa para a produção de energia e alimentos e contou com palestras do chefe geral da Embrapa Algodão, Napoleão Esberard de Macêdo Beltrão e dos pesquisadores Fábio Aquino de Albuquerque e Nair Helena Castro Arriel.

style=FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?; FONT-SIZE: 10pt>Domingo Rural conversou com o Napoleão o pesquisador da Esberard de Macêdo Beltrão, falando sobre a atividade desenvolvida a sobre o papel exercido por aquele centro de pesquisas na vida de diversas universidades com estágios e orientações para estudantes técnicos, mestrandos e doutorandos. “É uma ação conjunta da Universidade Estadual da Paraíba aqui na Embrapa Algodão e que visa refratar o conhecimento que a gente tem hoje acumulado ao longo desses 37 anos de existência do centro nas cadeias produtivas das culturas que nós trabalhamos que são seis capitaniadas pelo algodão e pela mamona mais gergelim e o amendoim e outras energéticas no sentido de retratar o conhecimento principalmente no tocante a sustentabilidade que passa pela organicidade e também pela agroecologia”, explica Beltrão, falando sobre as perspectivas do biodiesel brasileiro para os anos próximos diante do mercado internacional.

style=FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?; FONT-SIZE: 10pt>Beltrão informou que a Embrapa Algodão tem tido papel importante na vida de muitos estudantes em universidades diversas no processo de orientação em trabalhos de pesquisa, ensino e extensão. “Só de estudantes das universidades aqui de Campina Grande tem 300 aqui e não tem mais porque a gente não comporta. Só eu, por exemplo, oriento dez teses por anos de mestres e doutores, e nós somos 60(pesquisadores), então a Embrapa é um sistema aberto á sociedade oferecendo dentro das limitações dela o que puder e hoje já está sendo internacionalizada, então muitos de nós, eu inclusive, ensinamos em duas universidades aqui, ensinamos em Areia, trazemos estudantes aqui pra dentro, agricultores, estamos abrindo aqui a casa do agricultor, já temos a casa do conhecimento e está tudo aberto aí e o estudante aqui tem prioridade máxima na medida em que a gente pode ofertar orientações de teses, mestrados, doutorados e até de graduados e nível de segundo médio a gente está fazendo esses benefícios principalmente em nossos campos experimentais”.

style=FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?; FONT-SIZE: 10pt>Domingo Rural dialogou com a estudante do curso de Biologia da UEPB, estagiária na Embrapa e uma das organizadoras do evento, Gabriela Vasconcelos que, ao ser entrevistada neste domingo(19), informou que o mini-curso teve importância até para facilitar a escolha de novas áreas de atuação por parte dos participantes na busca das ações sustentáveis. “A gente viu neste curso a abrangência de forma geral de todas as partes da agronomia e como a gente viu que aqui na Embrapa havia muitos trabalhos de todas as áreas então a gente resolveu se aprofundar nisso e mostrar para todos os estudantes daqui de Campina e das regiões próximas”, relata a estudante, acrescentando ser inovador a prática dos estudantes estarem mais próximos das áreas das pesquisas e das atividades na produção camponesa dentre outros. “Tem muita gente nova aqui do curso de biologia que é do primeiro e do segundo períodos, isso faz com que aumente o conhecimento delas e que elas possam se interessar por alguma área do tipo e então procurar a pesquisa pra se aprofundar”.

style=FONT-FAMILY: ?Arial?,?sans-serif?; FONT-SIZE: 10pt>Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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