Encontro reúne lideranças do agribusiness

A Associação Brasileira de Agribusiness (ABAG) reuniu as principais lideranças do agronegócio brasileiro na sexta edição do Congresso Brasileiro de Agribusiness, que aconteceu em São Paulo , nos dias 27 e 28 de agosto. Segundo a assessoria da Mundocoop, o evento, que teve como tema “Brasil, um só Agronegócio”, mobilizou 600 pessoas de todo o Brasil para discutir o cenário atual e as perspectivas de futuro, deste negócio que é responsável por 33% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) do país, ao responder por 42% das exportações e 37% dos empregos gerados em solo nacional. “O governador do estado de São Paulo José Serra esteve presente na cerimônia de abertura do Congresso, que foi dividido em 6 painéis que totalizaram a amplitude dos assuntos do segmento”, justifica, lembrando que o Cooperativismo também foi contemplado, com as presenças do ex-ministro Roberto Rodrigues, atual coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e de Cristiano Walter Simon, presidente da Associação Nacional de Defesa Vegetal (ANDEF) que atuou como moderador do encontro. Nesse painel, informou, o ex-ministro fez uma abordagem geral do cooperativismo, defendendo o cooperativismo como uma doutrina que visa corrigir as diferenças sociais através da atividade econômica, envolvendo 800 milhões de cooperados no mundo e 7 milhões no Brasil, motivo pelos quais os “Governos precisam apoiar mais o cooperativismo”, inclusive, modernizando as leis que regem o setor. “O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, disse que o cooperativismo, mesmo com a mais profunda crise, investiu mais de US$ 500 milhões e foi responsável por US$ 850 milhões em exportações. E lançou um pergunta: como seria o futuro do cooperativismo no Brasil sem essa carga tão elevada de tributos? Luiz Roberto Baggio, vice-presidente da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), responde com os números atuais. O agronegócio cooperativo anotou um crescimento de 82% nos volumes exportados e que nas regiões onde existem cooperativas, elas geram de 70% a 80% a mais que os empreendimentos não-cooperados”, relatou ao contatar com Stúdio Rural. Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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