Energisa reúne canavieiros paraibanos e pede socorro contra queimadas da cana em áreas da rede elétrica

Representantes da Energisa, das empresas açucareiras do estado, do Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool e do Açúcar (Sindalcool) e da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) reuniram-se na manhã da última quinta-feira (19) para debaterem uma solução para a interrupção no fornecimento de energia elétrica por causa das queimadas em canaviais.

A informação é da assessora de comunicação da Asplan, Eliane Sobral, justificando que durante o encontro, o grupo chegou à conclusão de que o fogo que atinge as redes de alta tensão 69 kV é criminoso e pode ser evitado, cortando-se a cana que fica próxima às redes.  “Quem representou a Asplan na oportunidade foi o seu diretor secretário, Pedro Jorge Coutinho”, explica Sobral acrescentando que o evento aconteceu na sede da Energisa, em João Pessoa e que uma equipe da empresa abriu os trabalhos apresentando o desenho de suas redes de alta tensão localizadas no litoral norte.
Sobral explica que segundo as informações apresentadas, os danos à rede elétrica têm acontecido principalmente no período que vai de agosto a fevereiro – época mais seca – durante o dia e nos finais de semana, o que comprova a intenção criminosa, visto que não há fogo programado para corte de cana nesse horário e dias1. “Uma solução que o grupo encontrou foi a de realizar um estudo para o manejo da cana próxima 15 metros às redes de alta tensão, principalmente nos trechos que mais chamam a atenção pelo histórico de desligamentos, que são: Santa Rita – Sapé (29 km); Rio Tinto – Mataraca (24 km); Goiana – Caaporã (17 km); Mamanguape – Jacaraú (21 km); e Santa Rita – Usina Japungu (2 km)”, explica aquela assessora. 
Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo RuralFoto:   Elaine Sobral class=Apple-tab-span style=white-space: pre;>

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