Entidades e agricultores do Coletivo comemoram um ano da Bodega agroecológica em Soledade

Agricultores e entidades de apoio do Coletivo Regional de Educação Solidária do Cariri, Seridó e Curimataú comemoraram na última sexta-feira(30) um ano de Bodega agroecológica, espaço de exposição e venda dos produtos agrocológicos de diversos municípios da microrregião Cariri, Seridó e Curimataú com venda direta ao consumidor e que está localizada no centro da cidade de Soledade.

“Hoje o Coletivo viveu um momento importante com relação ao tema de acesso aos mercados que foi a comemoração de um ano de Bodega Agroecológica onde foi celebrado todo o processo que existe ali naquele espaço,não o simples fato da venda, mas ali é um espaço importante, inclusive para a troca de conhecimento entre agricultores, pra socialização também desse conhecimento e também um espaço de encontro das experiências da agricultura familiar”, relata Emanoel Dias ao dialogar com os ouvintes do Programa Domingo Rural em Rede deste domingo(01/11) via Rádio Serrana de Araruna AM 590 kHz, Rádio Cultura de São José do Egito AM 1.320 kHz e Rádio Independente de Serra Branca FM 107,7 MHZ.

Ele explicou tratar-se de um espaço de vendas do excedente dos produtos da agricultura familiar organizada pra trabalhar a produção de qualquer tipo de produto agroquímico que impacte negativamente na vida das famílias produtoras, dos consumidores e do meio ambiente e diz que um ano já foi suficiente para se perceber que a agricultura familiar apresenta linha ampla de produção já que tem gerado alimento para as famílias e ofertado ampla linha de produto ao mercado consumidor exigente em produtos limpos. “Hoje foram aprestadas informações que podemos perceber que a Bodega é auto-sustentável em que você pensa o espaço ali como um espaço de vendas, lá é uma secretaria e bodega, então assim, tanto os agricultores vão pra lá pra ter informações do Coletivo como também de bodega, então a gente pode perceber que durante todo esse ano tudo que foi encaminhado para a Bodega Agroecológica teve comercialização, desde o maxixe que as vezes está presente lá nas comunidades e que muitas vezes quem aproveita são os animais como também o umbu e também como o queijo, como outros produtos de origem animal que também são bem vendidos e comercializados na região”, relata Dias, justificando que a Bodega a medida que está localizada numa passagem estratégica entre Serão e Zona da Mata é também espaço de afirmação da agricultura familiar agroecológica como ação possível e forte geradora de alternativas seguras para a segurança alimentar regional.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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