Gerente da Embrapa garante que semente chegará na segunda quinzena de fevereiro

As sementes destinadas ao plantio da safra 2008 chegará no início da primeira quinzena de fevereiro, segundo informou o gerente de negócios da Embrapa Transferência de Tecnologias, escritório de Campina Grande, Heleno Alves de Freitas, responsável pela viabilidade do produto que ainda está no depósito da Embrapa Semi-árido Petrolina e que deverá ser transferida para a Paraíba no início desta semana.

Ao contatar com a equipe Stúdio Rural, dando respostas as cobranças feitas por lideranças de diversos municípios do Cariri paraibano, Freitas informou que o atraso deu-se em razão do atraso de alguns secretário municipais de alguns municípios caririzeiros que retardaram o envio do nome da comissão que irá receber o semente no seu município, tranqüilizando que tudo foi normalizado e que a semente estará na Paraíba até a próxima quarta-feira(20), quando os representantes municipais deverão viabilizar o embarque para seu município.

Ele disse acreditar que a semente chegará antes do período chuvoso e que os agricultores estarão com a semente a sua disposição a tempo e hora para desenvolver o plantio. “Prá nós é interessante que o agricultor esteja com a semente a semana que vem, porque a grande esperança é que comece chover a partir do dia 20 e com isso esta semente estando na mão dos companheiros com certeza eles fazer um bom proveito”, justifica Freitas.

Freitas disse que a Paraíba terá a mesma quantidade de pessoas que foram contemplados no Garantia Safra do ano passado, havendo uma pequena modificação, já que no ano passado a quantidade de milho foi de 20 quilos para cada agricultor e este ano diminui-se para dez quilos, porém serão incluídos cinco quilos de feijão macacar da variedade Maratuã que irá complementar o plantio da safra 2008 no Cariri paraibano. Ele disse que a distribuição da semente será feita pela comissão de segmentos organizados da sociedade previamente composta, prática que evitará a influência de agentes políticos na busca do voto de forma irregular, acrescentando que o custo para o município será apenas no envio do produto do depósito da Conab, em Campina Grande, até a sede do município. “O custo do município é no deslocamento de Campina Grande até o município, é o custo mínimo porque todo recurso para a produção foi do governo federal, o transporte de Petrolina até Campina Grande foi do governo federal através da Conab, e a tecnologia é da Embrapa que é do governo federal, empresa que tem preocupação e tem sua responsabilidade social e que desenvolveu esses materiais para atender essa demanda do território do Cariri”, explicou Alves de Freitas.

Fonte : Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

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