Gestor trabalha hipótese de implementar biodigestor em escola camponesa de Barra de São Miguel
“Aqui o agricultor pioneiro, José Mário ( Clique e leia), nos apresentou todo o sistema de funcionamento do biodigestor e é muito interessante, onde ele começa numa pequena propriedade, em seu lote, neste assentamento no município de Barra de São Miguel e onde ele apresenta toda a funcionalidade, dizendo ser necessário colocar um quantitativo de esterco e produz gás que dar pra não precisar mais de um bujão, então você tem gás o suficiente com uma produção ininterrupta, então isto é muito interessante, e o município de Barra de São Miguel dará todo o apoio para que isso jamais possa parar e se desenvolva cada vez mais, e não apenas na região aqui do assentamento, mas em todo o município”, explica o prefeito de Barra de São Miguel, João Batista Truta, ao dialogar com o público ouvinte Programa Domingo Rural e Programa Esperança no Campo.
Aquele gestor acrescentou que discutirá a possibilidade de implementar a tecnologia em unidades escolares da zona rural daquela municipalidade do Cariri Oriental paraibano, implementação integrada ao conjunto das ações como hortas escolares que passariam serem utilizadas numa dinâmica econômica, ambiental e educativa. “Penso ser possível levar isso para as escolas municipais, especialmente escolas da zona rural, onde a gente pode exclusivamente colocar esse sistema para que o gás utilizado na confecção da merenda seja utilizada desses biodigestores”, relata aquele gestor ao dialogar com Stúdio Rural.
“Seria uma coisa extraordinária se a prefeitura assumisse esse papel de fazer biodigestores nas escolas, seria extraordinário porque é um custo relativamente baixo, poderia fazer uma parceria com professores e alunos e poderia fazer biodigestores nas escolas próximas de onde tenha criações de animais e fazer uma parte demonstrativa que serviria de aula para os alunos, onde os professores poderiam usar esses biodigestores para dar diferentes tipos de aulas de meio ambiente, de materiais de decomposição, e também estaria usando o gás no preparo da alimentação. Com isso a prefeitura economizaria na hora de estar comprando botijões de gás para fazer a merenda daqueles alunos”, explica o assessor técnico da Emater local, Ailton Francisco dos Santos, acrescentando que o empreendimento também poderia contar com outras ações integradas que unam produção com práticas educativas. “E também poderia se pensar que utilizando o biofertilizante, que é o subproduto do biodigestor, já poderia fazer as hortas escolares usando os biofertilizantes como adubo, então fecharia o ciclo e seria uma coisa extraordinária”, relata Santos ao dialogar com nosso público ouvinte e afirmando que a Emater se coloca a inteira disposição para elaboração de projetos e quaisquer outras ações que possam viabilizar a inclusão das tecnologias.
Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural




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